Foto: André Ávila / Agência RBS
A ausência de Maicon abre uma disputa no meio-campo do Grêmio. Ramiro e Edinho são os candidatos a atuar ao lado de Walace contra o Fluminense, quinta-feira, na Arena. Especialistas na função elegem Ramiro.
Por coincidência, os dois jogadores ficaram fora do time por lesão. Ramiro, que permaneceu parado por sete meses, após cirurgia no joelho esquerdo, voltou a atuar contra o Sport, partida em que esteve em campo por 45 minutos. Edinho, atingido durante um treinamento, precisou operar um osso da face e retomou as atividades com bola apenas nesta segunda-feira.
— Com Ramiro, o time fica um pouco mais leve. Acho que ele casa melhor com Walace. O Grêmio precisa atacar e definir de vez a terceira colocação — opina o ex-volante China, campeão da Libertadores e mundial em 1983.
Volante do Grêmio em 1982 e atual comentarista do canal Premiere, Batista opta por Edinho. Entende que se trata de um jogador mais tarimbado para a função e oferece maior liberdade para que Walace vá à frente.
— É importante ter ritmo. A parada de Ramiro foi mais longa. No treino, você tem tempo para respirar. No jogo, não. Por isso, Edinho é a melhor opção — diz.
Sandro Goiano era o capitão do time do Grêmio na Batalha dos Aflitos, partida que completará 10 anos dia 26 e garantiu a volta do clube à Série A. Sua opinião é cautelosa. Entende que a escolha passa pela estratégia que Roger Machado pretenda montar para o jogo. Como são dois jogadores que vêm de parada, faz um alerta:
— Ele deve escolher quem estiver em melhores condições físicas.
Para Carlos Gavião, que atuou no Grêmio entre 1998 e 2003, o time tem obrigação de atacar o Fluminense. Por isso, mesmo ainda sem o físico ideal, Ramiro é seu preferido. Por possuir a mobilidade que falta a Edinho.
— O Fluminense deve vir mais fechado, então esta movimentação com criatividade no meio-campo é importante — diz.
Em recuperação de entorse no tornozelo esquerdo, sofrida na partida contra o Vasco, Maicon tinha retorno estimado para o Gre-Nal de domingo. Como ainda não participa de treinamentos com bola, vira alternativa mais provável para enfrentar o Atlético-MG, jogo considerado decisivo para definir o segundo colocado do Brasileirão. Outra alternativa, não testada nesta semana por Roger Machado, é Moisés.
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Por coincidência, os dois jogadores ficaram fora do time por lesão. Ramiro, que permaneceu parado por sete meses, após cirurgia no joelho esquerdo, voltou a atuar contra o Sport, partida em que esteve em campo por 45 minutos. Edinho, atingido durante um treinamento, precisou operar um osso da face e retomou as atividades com bola apenas nesta segunda-feira.
— Com Ramiro, o time fica um pouco mais leve. Acho que ele casa melhor com Walace. O Grêmio precisa atacar e definir de vez a terceira colocação — opina o ex-volante China, campeão da Libertadores e mundial em 1983.
Volante do Grêmio em 1982 e atual comentarista do canal Premiere, Batista opta por Edinho. Entende que se trata de um jogador mais tarimbado para a função e oferece maior liberdade para que Walace vá à frente.
— É importante ter ritmo. A parada de Ramiro foi mais longa. No treino, você tem tempo para respirar. No jogo, não. Por isso, Edinho é a melhor opção — diz.
Sandro Goiano era o capitão do time do Grêmio na Batalha dos Aflitos, partida que completará 10 anos dia 26 e garantiu a volta do clube à Série A. Sua opinião é cautelosa. Entende que a escolha passa pela estratégia que Roger Machado pretenda montar para o jogo. Como são dois jogadores que vêm de parada, faz um alerta:
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Para Carlos Gavião, que atuou no Grêmio entre 1998 e 2003, o time tem obrigação de atacar o Fluminense. Por isso, mesmo ainda sem o físico ideal, Ramiro é seu preferido. Por possuir a mobilidade que falta a Edinho.
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Em recuperação de entorse no tornozelo esquerdo, sofrida na partida contra o Vasco, Maicon tinha retorno estimado para o Gre-Nal de domingo. Como ainda não participa de treinamentos com bola, vira alternativa mais provável para enfrentar o Atlético-MG, jogo considerado decisivo para definir o segundo colocado do Brasileirão. Outra alternativa, não testada nesta semana por Roger Machado, é Moisés.
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