Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
Um drama de quase sete meses teve fim quando Ramiro pisou no gramado da Ilha do Retiro no último domingo. O volante, que sofreu grave lesão no joelho esquerdo, acumulou frustrações durante o período fora do time. Mas não deixou de trabalhar. Agora, virou solução para o técnico Roger Machado no meio-campo e deve ser titular contra o Fluminense, na retomada do Brasileirão, dia 19.
A ideia da comissão técnica era de um retorno gradual, preparando Ramiro para 2016. Mas as ausências de Maicon e Edinho, lesionados, anteciparam o planejamento. Tanto que o volante atuou por 45 minutos contra o Sport. E teve bom desempenho, apesar da falta de ritmo.
A ressalva ficou por conta da alta exigência, não só pelo gramado e o calor em Recife, mas por ter de correr mais para suprir a ausência de Pedro Rocha, que foi expulso. Com uma semana inteira de treinos, Ramiro poderá aprimorar sua condição física para as quatro últimas partidas do ano.
— Por um bom período, ele ainda seguirá fazendo trabalhos de reforço muscular. Agora, o nosso foco está em melhorar o ritmo de jogo dele — explica o preparador físico Rogério Dias Luiz.
A ansiedade pelo retorno consumia Ramiro desde a tarde ensolarada de 12 de abril. No Alfredo Jaconi, onde se criou jogando, foi titular do Grêmio que abria a semifinal do Gauchão contra o Juventude. Improvisado na lateral direita por Felipão, nunca imaginou que ficaria em campo apenas sete minutos.
Foi quando prendeu o pé no gramado e rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Quando o período de seis meses de recuperação foi confirmado pelos médicos, um sentimento de frustração tomou conta do jogador. Sua temporada estava abreviada.
— Ele tinha a expectativa de fazer um grande Brasileirão este ano. Mas nem por isso ficou se lamentando pelos cantos. Encarou a situação com muita seriedade e dedicação, por isso se recuperou tão bem — conta Gilnei Benetti, pai de Ramiro.
Nos primeiros 15 dias de tratamento, em que ficou com o joelho imobilizado após passar por cirurgia, o volante precisou da ajuda dos familiares para se movimentar. Além do pai, a mãe Marli, a irmã Manoela e a namorada Gabriela se revezavam nos cuidados necessários.
No CT Luiz Carvalho, quando passou a fazer fisioterapia, Ramiro impressionou pela dedicação. O volante iniciava os exercícios pela manhã e só parava de trabalhar à noite. No retorno aos treinos com o grupo, em outubro, passou a viver mais intensamente a expectativa de entrar em campo. A certeza de que seria relacionado só veio na semana passada, quando participou de um coletivo feito por Roger para avaliar sua condição.
— Foi a segunda melhor notícia que tive no Grêmio. A primeira foi quando subi ao profissional. Eu esperava muito este momento — sorri Ramiro.
Os 45 minutos de Ramiro contra o Sport
31 passes certos
3 passes errados
2 desarmes
1 cartão amarelo
5 faltas cometidas
2 bolas perdidas
VEJA TAMBÉM
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Um drama de quase sete meses teve fim quando Ramiro pisou no gramado da Ilha do Retiro no último domingo. O volante, que sofreu grave lesão no joelho esquerdo, acumulou frustrações durante o período fora do time. Mas não deixou de trabalhar. Agora, virou solução para o técnico Roger Machado no meio-campo e deve ser titular contra o Fluminense, na retomada do Brasileirão, dia 19.
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A ressalva ficou por conta da alta exigência, não só pelo gramado e o calor em Recife, mas por ter de correr mais para suprir a ausência de Pedro Rocha, que foi expulso. Com uma semana inteira de treinos, Ramiro poderá aprimorar sua condição física para as quatro últimas partidas do ano.
— Por um bom período, ele ainda seguirá fazendo trabalhos de reforço muscular. Agora, o nosso foco está em melhorar o ritmo de jogo dele — explica o preparador físico Rogério Dias Luiz.
A ansiedade pelo retorno consumia Ramiro desde a tarde ensolarada de 12 de abril. No Alfredo Jaconi, onde se criou jogando, foi titular do Grêmio que abria a semifinal do Gauchão contra o Juventude. Improvisado na lateral direita por Felipão, nunca imaginou que ficaria em campo apenas sete minutos.
Foi quando prendeu o pé no gramado e rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Quando o período de seis meses de recuperação foi confirmado pelos médicos, um sentimento de frustração tomou conta do jogador. Sua temporada estava abreviada.
— Ele tinha a expectativa de fazer um grande Brasileirão este ano. Mas nem por isso ficou se lamentando pelos cantos. Encarou a situação com muita seriedade e dedicação, por isso se recuperou tão bem — conta Gilnei Benetti, pai de Ramiro.
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No CT Luiz Carvalho, quando passou a fazer fisioterapia, Ramiro impressionou pela dedicação. O volante iniciava os exercícios pela manhã e só parava de trabalhar à noite. No retorno aos treinos com o grupo, em outubro, passou a viver mais intensamente a expectativa de entrar em campo. A certeza de que seria relacionado só veio na semana passada, quando participou de um coletivo feito por Roger para avaliar sua condição.
— Foi a segunda melhor notícia que tive no Grêmio. A primeira foi quando subi ao profissional. Eu esperava muito este momento — sorri Ramiro.
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