Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Treinador revelação da temporada 2015 no Brasil, Roger Machado ganhou espaço central na vitrine do futebol. Seu nome é especulado no mercado da bola, o final do ano pavimenta as mudanças de 2016.
Roger circula na cabeça dos dirigentes do São Paulo, assim como Cuca, Paulo Roberto Falcão, Diego Aguirre e Paulo Autuori. Todos são nomes com boa entrada em grandes clubes do Brasil.
Roger é profissional. Leva a sério a carreira, recém iniciada e com futuro brilhante. Não pensa com o coração. Usa o cérebro. Está certo. Profissionais precisam ouvir propostas de outras equipes, é lícito, é normal. Nem sei se ele pensa em trocar de endereço. O certo é que ele passa a ser um profissional cobiçado.
O Grêmio precisa traçar um plano de carreira e oferecer ao treinador se quiser mantê-lo por mais tempo.
Amador é o dirigente. Os da Idade da Pedra imaginam que o treinador permanecerá no clube, o que o formou, mesmo que receba uma proposta do Real Madrid. A vida no futebol é curta. É preciso rentabilizar a carreira.
Ninguém recusa uma proposta milionária. O futebol está lotado de casos de jovens jogadores e experientes treinadores que trocam seu clube por outro.
Mas é irreal o São Paulo oferecer R$ 500 mil mensais ao seu novo treinador. Em crise, devendo milhões, os paulistas não tem tanto dinheiro para investir num treinador. O futebol brasileiro não permite mais pagar R$ 500 mil por aos seus treinadores, experientes ou nem tanto. Vivemos o auge da ressacada pós-Copa do Mundo de 2014.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
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Treinador revelação da temporada 2015 no Brasil, Roger Machado ganhou espaço central na vitrine do futebol. Seu nome é especulado no mercado da bola, o final do ano pavimenta as mudanças de 2016.
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Roger é profissional. Leva a sério a carreira, recém iniciada e com futuro brilhante. Não pensa com o coração. Usa o cérebro. Está certo. Profissionais precisam ouvir propostas de outras equipes, é lícito, é normal. Nem sei se ele pensa em trocar de endereço. O certo é que ele passa a ser um profissional cobiçado.
O Grêmio precisa traçar um plano de carreira e oferecer ao treinador se quiser mantê-lo por mais tempo.
Amador é o dirigente. Os da Idade da Pedra imaginam que o treinador permanecerá no clube, o que o formou, mesmo que receba uma proposta do Real Madrid. A vida no futebol é curta. É preciso rentabilizar a carreira.
Ninguém recusa uma proposta milionária. O futebol está lotado de casos de jovens jogadores e experientes treinadores que trocam seu clube por outro.
Mas é irreal o São Paulo oferecer R$ 500 mil mensais ao seu novo treinador. Em crise, devendo milhões, os paulistas não tem tanto dinheiro para investir num treinador. O futebol brasileiro não permite mais pagar R$ 500 mil por aos seus treinadores, experientes ou nem tanto. Vivemos o auge da ressacada pós-Copa do Mundo de 2014.
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