A reta final do Brasileirão tem sido uma dificuldade para o Grêmio. Aquilo que parecia ser tarefa fácil, as poucas vitórias que faltam para garantir a vaga na Libertadores se tornaram uma batalha. Na Ilha do Retiro, a derrota para o Sport veio recheada com a ineficiência do Grêmio em abrir o placar nas oportunidades que teve, adiando mais uma vez o objetivo do ano.
Jogar contra o Sport não tem sido fácil. Além do time muito bem encaixado e treinado, a equipe rubro-negra tem jogadores bons que fazem a diferença. Se não bastasse o meio e o ataque de qualidade, o goleiro Danilo Fernandes foi o cara que garantiu o resultado, tanto no jogo da Arena quanto o jogo de ontem. Mas não foi só isso que culminou na derrota: o Grêmio tem deixado muito a desejar nas finalizações e foi pelo problema de sempre que cedemos a derrota.
O Grêmio não teve muitas chances de marcar. O jogo esteve aberto e o tricolor teve espaço para trocar passes e chegar até a área deles. O problema é que, quando chegava, não sabia muito bem o que fazer com a bola. Everton, que começou o jogo de titular foi bem, entretanto, jogando como ponta esquerda, precisava cortar para o pé direito para chutar – e acabava perdendo tempo e sendo desarmado. Douglas participou do jogo só no primeiro tempo, pois no segundo esteve muito desatento. Depois de muito insistir lá na frente, o tricolor falhou na defesa e cedeu o gol ao Sport. A partir daí, aconteceu o que vem acontecendo em todos os últimos 5 ou 6 jogos após os 20 minutos do segundo tempo: o time se arrasta. E mesmo se esforçando, a equipe já não tinha fôlego suficiente para reverter o placar fora de casa.
Não posso deixar de fora um dos protagonistas do jogo, Heber Roberto Lopes. O árbitro que já faz hora-extra na arbitragem da série A, não podia deixar de aprontar suas peripécias. E nem falo da expulsão de Pedro Rocha, o qual foi bastante infantil e pouco inteligente naquele lance, merecendo a expulsão. Falo, sim, das faltas sonegadas que vão minando o jogo e influenciando não só no psicológico dos jogadores, como também no andamento natural da partida. É um absurdo que ainda tenhamos que aguentar árbitros como ele, que sequer aguentam percorrer o campo todo e por isso estão sempre distantes dos lances (como o carrinho no Galhardo, na entrada da área, por exemplo).
De qualquer forma, o Grêmio precisa respirar fundo e recuperar seu fôlego. Não falta muito para alcançar o objetivo do ano, mas não pode dar chance para o azar como vem dando. O fato do time estar desgastado fisicamente só justifica a necessidade do Grêmio ser mais eficiente nas suas finalizações logo no primeiro tempo, porque ter que virar um resultado é uma tarefa quase impossível pra um time que já está no seu limite.
Por fim, mesmo com o calor do Recife, com a boa equipe do Sport como adversário e mesmo com um árbitro caseiro e fraco, o Grêmio perdeu para ele mesmo, para seu cansaço e incapacidade nas finalizações. Nada de novo até aqui, afinal este último tem sido a pedra no nosso sapato durante o ano todo.
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Jogar contra o Sport não tem sido fácil. Além do time muito bem encaixado e treinado, a equipe rubro-negra tem jogadores bons que fazem a diferença. Se não bastasse o meio e o ataque de qualidade, o goleiro Danilo Fernandes foi o cara que garantiu o resultado, tanto no jogo da Arena quanto o jogo de ontem. Mas não foi só isso que culminou na derrota: o Grêmio tem deixado muito a desejar nas finalizações e foi pelo problema de sempre que cedemos a derrota.
O Grêmio não teve muitas chances de marcar. O jogo esteve aberto e o tricolor teve espaço para trocar passes e chegar até a área deles. O problema é que, quando chegava, não sabia muito bem o que fazer com a bola. Everton, que começou o jogo de titular foi bem, entretanto, jogando como ponta esquerda, precisava cortar para o pé direito para chutar – e acabava perdendo tempo e sendo desarmado. Douglas participou do jogo só no primeiro tempo, pois no segundo esteve muito desatento. Depois de muito insistir lá na frente, o tricolor falhou na defesa e cedeu o gol ao Sport. A partir daí, aconteceu o que vem acontecendo em todos os últimos 5 ou 6 jogos após os 20 minutos do segundo tempo: o time se arrasta. E mesmo se esforçando, a equipe já não tinha fôlego suficiente para reverter o placar fora de casa.
Não posso deixar de fora um dos protagonistas do jogo, Heber Roberto Lopes. O árbitro que já faz hora-extra na arbitragem da série A, não podia deixar de aprontar suas peripécias. E nem falo da expulsão de Pedro Rocha, o qual foi bastante infantil e pouco inteligente naquele lance, merecendo a expulsão. Falo, sim, das faltas sonegadas que vão minando o jogo e influenciando não só no psicológico dos jogadores, como também no andamento natural da partida. É um absurdo que ainda tenhamos que aguentar árbitros como ele, que sequer aguentam percorrer o campo todo e por isso estão sempre distantes dos lances (como o carrinho no Galhardo, na entrada da área, por exemplo).
De qualquer forma, o Grêmio precisa respirar fundo e recuperar seu fôlego. Não falta muito para alcançar o objetivo do ano, mas não pode dar chance para o azar como vem dando. O fato do time estar desgastado fisicamente só justifica a necessidade do Grêmio ser mais eficiente nas suas finalizações logo no primeiro tempo, porque ter que virar um resultado é uma tarefa quase impossível pra um time que já está no seu limite.
Por fim, mesmo com o calor do Recife, com a boa equipe do Sport como adversário e mesmo com um árbitro caseiro e fraco, o Grêmio perdeu para ele mesmo, para seu cansaço e incapacidade nas finalizações. Nada de novo até aqui, afinal este último tem sido a pedra no nosso sapato durante o ano todo.
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