Foto: Carlos Macedo / Agencia RBS
O Grêmio ainda precisa melhorar seu retrospecto longe da Arena neste Brasileirão para fazer frente ao Sport na Ilha do Retiro, domingo, em Recife. Com 20 pontos em 16 jogos, 41,6% de aproveitamento, tem a quarta melhor campanha fora de casa, superada apenas por Corinthians, Atlético-MG e Flamengo. Por enquanto, ainda tem mais derrotas do que vitórias.
O melhor desempenho do clube como visitante na era dos pontos corridos foi em 2012, quando o técnico era Vanderlei Luxemburgo. Naquela edição, o Grêmio, que terminou o campeonato em terceiro, somou 28 pontos em 19 jogos, ou 49,1% de aproveitamento. Integrante da comissão técnica de Luxa, o então auxiliar Júnior Lopes lembra que o treinador motivava o grupo com a contagem regressiva para o fim do Olímpico - que, na verdade, só deixou de receber jogos em 2013.
Foi assim que o time obteve vitórias importantes sobre o Botafogo, na estreia do holandês Seedorf, no Engenhão, e frente ao São Paulo, de virada, no Morumbi. Naquele Brasileirão, inclusive, o Grêmio encerrou um tabu de 16 anos sem vencer na Ilha do Retiro pelo campeonato, ao bater o Sport por 3 a 1.
— O Vanderlei procurava explorar esta atmosfera, seja dentro ou fora de casa. O time tinha muita qualidade e conseguia manter um alto padrão independente do local em que jogava — comenta Lopes.
Em 2008, o Grêmio somou 26 pontos em 19 partidas como visitante, com aproveitamento de 45,5%. Então técnico da equipe que terminou como vice-campeã, Celso Roth aponta como fator fundamental na campanha daquele ano a capacidade de suportar o ímpeto dos times adversários no início dos jogos.
— Sabíamos que a pressão seria forte e conseguíamos manter a consistência defensiva até o outro time esmorecer. A partir dos 25 minutos, a situação se invertia — lembra.
Formada no início do campeonato, a equipe foi ganhando maturidade ao longo da disputa, um ponto em comum com o Grêmio de hoje, aponta Roth. Naquele Brasileirão, o Grêmio empatou por 2 a 2 com o Sport na Ilha do Retiro. Segundo Roth, a equipe pernambucana costuma tirar proveito de fatores como a dimensão do gramado, inferior aos de padrão Fifa, e a proximidade da torcida.
— Jogar lá é complicado. O Grêmio precisará usar uma de suas maiores virtudes, que é a posse de bola, e rodar com calma e paciência, até achar o momento certo — entende.
Grêmio como visitante no Brasileirão 2015
16 jogos
20 pontos em 48 possíveis
41,6% aproveitamento (quarto melhor)
5 vitórias
5 empates
6 derrotas
15 gols pró
15 gols sofridos
Histórico do Grêmio como visitante nos pontos corridos
2014 - 21 pontos em 19 jogos (36,8%)
2013 - 25 pontos em 19 jogos (43,8%)
2012 - 28 pontos em 19 jogos (49,1%)
2011 - 15 pontos em 19 jogos (26,3%)
2010 - 26 pontos em 19 jogos (45,6%)
2009 - 8 pontos em 19 jogos (14%)
2008 - 26 pontos em 19 jogos (45,6%)
2007 - 18 pontos em 19 jogos (31,5%)
2006 - 25 pontos em 19 jogos (43,8%)
2004 - 10 pontos em 23 jogos (14,4%)
2003 - 14 pontos em 23 jogos (20,2%)
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O Grêmio ainda precisa melhorar seu retrospecto longe da Arena neste Brasileirão para fazer frente ao Sport na Ilha do Retiro, domingo, em Recife. Com 20 pontos em 16 jogos, 41,6% de aproveitamento, tem a quarta melhor campanha fora de casa, superada apenas por Corinthians, Atlético-MG e Flamengo. Por enquanto, ainda tem mais derrotas do que vitórias.
O melhor desempenho do clube como visitante na era dos pontos corridos foi em 2012, quando o técnico era Vanderlei Luxemburgo. Naquela edição, o Grêmio, que terminou o campeonato em terceiro, somou 28 pontos em 19 jogos, ou 49,1% de aproveitamento. Integrante da comissão técnica de Luxa, o então auxiliar Júnior Lopes lembra que o treinador motivava o grupo com a contagem regressiva para o fim do Olímpico - que, na verdade, só deixou de receber jogos em 2013.
Foi assim que o time obteve vitórias importantes sobre o Botafogo, na estreia do holandês Seedorf, no Engenhão, e frente ao São Paulo, de virada, no Morumbi. Naquele Brasileirão, inclusive, o Grêmio encerrou um tabu de 16 anos sem vencer na Ilha do Retiro pelo campeonato, ao bater o Sport por 3 a 1.
— O Vanderlei procurava explorar esta atmosfera, seja dentro ou fora de casa. O time tinha muita qualidade e conseguia manter um alto padrão independente do local em que jogava — comenta Lopes.
Em 2008, o Grêmio somou 26 pontos em 19 partidas como visitante, com aproveitamento de 45,5%. Então técnico da equipe que terminou como vice-campeã, Celso Roth aponta como fator fundamental na campanha daquele ano a capacidade de suportar o ímpeto dos times adversários no início dos jogos.
— Sabíamos que a pressão seria forte e conseguíamos manter a consistência defensiva até o outro time esmorecer. A partir dos 25 minutos, a situação se invertia — lembra.
Formada no início do campeonato, a equipe foi ganhando maturidade ao longo da disputa, um ponto em comum com o Grêmio de hoje, aponta Roth. Naquele Brasileirão, o Grêmio empatou por 2 a 2 com o Sport na Ilha do Retiro. Segundo Roth, a equipe pernambucana costuma tirar proveito de fatores como a dimensão do gramado, inferior aos de padrão Fifa, e a proximidade da torcida.
— Jogar lá é complicado. O Grêmio precisará usar uma de suas maiores virtudes, que é a posse de bola, e rodar com calma e paciência, até achar o momento certo — entende.
Grêmio como visitante no Brasileirão 2015
16 jogos
20 pontos em 48 possíveis
41,6% aproveitamento (quarto melhor)
5 vitórias
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6 derrotas
15 gols pró
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Histórico do Grêmio como visitante nos pontos corridos
2014 - 21 pontos em 19 jogos (36,8%)
2013 - 25 pontos em 19 jogos (43,8%)
2012 - 28 pontos em 19 jogos (49,1%)
2011 - 15 pontos em 19 jogos (26,3%)
2010 - 26 pontos em 19 jogos (45,6%)
2009 - 8 pontos em 19 jogos (14%)
2008 - 26 pontos em 19 jogos (45,6%)
2007 - 18 pontos em 19 jogos (31,5%)
2006 - 25 pontos em 19 jogos (43,8%)
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