Dupla Gre-Nal está por trás das negociações pela Primeira Liga
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Concordo com o meu colega Cacalo. Os clubes querem disputar a Primeira Liga, que parte do nada e leva a lugar algum, e já em fevereiro estarão reclamando do excesso de jogos.
Conheço e acompanho dirigentes de clubes de futebol para saber que qualquer liga que seja formada por eles tem 100% de chances de fracassar. Eles não se entendem, nunca se entenderam e jamais se entenderão.
Vejam o caso atual: antes mesmo de ser definida a Primeira Liga, o Flamengo já está avisando que quer uma cota da TV bem mais graúda que os demais clubes. Se os paulistas estivessem na competição, São Paulo e Corinthians repetiriam o mesmo discurso.
Uma competição regida por uma liga de clubes (a Sul-Minas-Rio) nada haveria para impedir que os participantes apelassem para a Justiça comum quando estivessem inconformados com qualquer coisa.
Com a lentidão da Justiça e as instâncias possíveis de serem percorridas, as competições simplesmente não terminariam. Hoje podem prometer que haveria um acordo entre os clubes. Ah é? E desde quando os clubes cumprem o que acordam? E as viradas de mesa voltariam.
Muito mais simples é pressionar para que seja democratizado o estatuto da CBF e em seguida eleger pessoas mais qualificadas. É só o que está errado.
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- Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
- Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Concordo com o meu colega Cacalo. Os clubes querem disputar a Primeira Liga, que parte do nada e leva a lugar algum, e já em fevereiro estarão reclamando do excesso de jogos.
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Vejam o caso atual: antes mesmo de ser definida a Primeira Liga, o Flamengo já está avisando que quer uma cota da TV bem mais graúda que os demais clubes. Se os paulistas estivessem na competição, São Paulo e Corinthians repetiriam o mesmo discurso.
Uma competição regida por uma liga de clubes (a Sul-Minas-Rio) nada haveria para impedir que os participantes apelassem para a Justiça comum quando estivessem inconformados com qualquer coisa.
Com a lentidão da Justiça e as instâncias possíveis de serem percorridas, as competições simplesmente não terminariam. Hoje podem prometer que haveria um acordo entre os clubes. Ah é? E desde quando os clubes cumprem o que acordam? E as viradas de mesa voltariam.
Muito mais simples é pressionar para que seja democratizado o estatuto da CBF e em seguida eleger pessoas mais qualificadas. É só o que está errado.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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