CBF aprovou após assembleia a realização da Liga Sul-Minas
Apesar do CEO Alexandre Kalil ter dito que "ignorava" a assembleia da CBF com as confederações, para aprovar ou a filiação da Liga Sul-Minas-Rio ao calendário de 2016, membros da nova competição foram em busca de apoio nos dias que antecederam a votação.
Conforme apurou o ESPN.com.br, o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, foi um dos que telefonou para ao menos meia dúzia das federações buscando aprovação da Liga Sul-Minas na assembleia que aconteceu nesta terça.
O pedido de apoio veio para que a Primeira Liga - nome oficial dado ao torneio - não tivesse nenhum problema para entrar no calendário oficial da CBF. A busca de Bandeira deu certo certo, já que as entidades deram o aval para que o torneio ocorra.
Alexandre Kalil, CEO da Liga, havia dito na semana passada, quando a CBF condicionou a realização do certame à aprovação em assembleia, que "ignorava", a votação e que a decisão das federações não lhe interessava, pois considerava isso "uma armação". "A Liga não quer a assembleia e o resultado dessa assembleia não interessa à Liga", continuou, na ocasião.
A princípio, existia entre os dirigentes um movimento que condicionava a chancela à entrada de times do Espirito Santo e a mudança de nome para Liga Sul-Sudeste, além de crítica por uma suposta elitização do torneio. Uma reunião na segunda costurou o acordo ocorrido nesta terça.
O "ok" foi dado em uma reunião realizada nesta terça, na sede da CBF, no Rio de Janeiro, quando a Primeira Liga foi aprovada por unanimidade, graças também à busca feita por Eduardo Bandeira. A autorização da CBF é um passo inicial para a concretização da competição.
Isso ocorre principalmente porque as datas das competições precisam estar de acordo com o calendário da CBF. Mesmo assim, contudo, a homologação do vínculo entre a Liga Sul-Minas e a entidade está longe de ocorrer.
A entidade conta hoje com 15 membros - América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Inter, Joinville, Grêmio e Paraná - e ainda o interesse de diversos outros em entrar, caso de Goiás, Botafogo e Ponte Preta e de um bloco de times da Série B.
A próxima reunião está marcada para o dia 12 de novembro, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre.
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Apesar do CEO Alexandre Kalil ter dito que "ignorava" a assembleia da CBF com as confederações, para aprovar ou a filiação da Liga Sul-Minas-Rio ao calendário de 2016, membros da nova competição foram em busca de apoio nos dias que antecederam a votação.
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A princípio, existia entre os dirigentes um movimento que condicionava a chancela à entrada de times do Espirito Santo e a mudança de nome para Liga Sul-Sudeste, além de crítica por uma suposta elitização do torneio. Uma reunião na segunda costurou o acordo ocorrido nesta terça.
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A entidade conta hoje com 15 membros - América-MG, Avaí, Atlético-MG, Atlético-PR, Chapecoense, Coritiba, Criciúma, Cruzeiro, Figueirense, Fluminense, Flamengo, Inter, Joinville, Grêmio e Paraná - e ainda o interesse de diversos outros em entrar, caso de Goiás, Botafogo e Ponte Preta e de um bloco de times da Série B.
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