Em casa e fora, Grêmio é muito forte
Nesta breve turbulência, vejo muita desconfiança da torcida do Grêmio com o prognóstico deste fim de ano. Num sentimento de autopreservação, como se vacinados contra o infortúnio estivessem, há um pessimismo palpável vindo dos gremistas. Mas por que temer?
Especialista de absolutamente nada cravam que a sequência de jogos do Grêmio, comparada à dos adversários, é mais penosa, perigosa e, por isso, há um grande sinal de alerta à frente. E talvez até tenham razão, mas repito: por que temer?
Um time forjado do nada, vindo do nada e que alcançou o topo desafiando a razão, após duas rodadas de instabilidade, parece ter posto até os mais confiantes corações em desespero, duvidando da real força desta equipe. Não condeno, visto a maneira, nas trombadas desajeitadas da sorte, que nossa realidade se montou.
A verdade é que não há por que temer. Se chegamos a este ponto, com todas nossas limitações sendo testadas, e ainda assim mantivemo-nos fortes na zona da Libertadores, não há por que ter medo. Não é uma questão de realismo, é uma questão de lógica – mais que isso, uma questão de princípios.
Não podemos sequer dar-nos o luxo de cogitar um revés neste fim de ano. Não podemos levantar uma bandeira de dúvida logo agora. Disseram-me que se estivéssemos no meio do campeonato, o Grêmio não iria classificar-se para a Libertadores. Eles têm razão, mas não trabalhamos com “se”, trabalhamos com o presente, e o presente é uma reta final em que temos totais condições de confirmar o trabalho que vem sendo feito.
A vaga para a Libertadores virá. Não sei como nem em que termos, mas virá. Não estou pondo fé em algo que torço para se realizar, estou afirmando, com toda a certeza, que ocorrerá. Ou é isso, ou não há um futuro válido para o Grêmio.
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Especialista de absolutamente nada cravam que a sequência de jogos do Grêmio, comparada à dos adversários, é mais penosa, perigosa e, por isso, há um grande sinal de alerta à frente. E talvez até tenham razão, mas repito: por que temer?
Um time forjado do nada, vindo do nada e que alcançou o topo desafiando a razão, após duas rodadas de instabilidade, parece ter posto até os mais confiantes corações em desespero, duvidando da real força desta equipe. Não condeno, visto a maneira, nas trombadas desajeitadas da sorte, que nossa realidade se montou.
A verdade é que não há por que temer. Se chegamos a este ponto, com todas nossas limitações sendo testadas, e ainda assim mantivemo-nos fortes na zona da Libertadores, não há por que ter medo. Não é uma questão de realismo, é uma questão de lógica – mais que isso, uma questão de princípios.
Não podemos sequer dar-nos o luxo de cogitar um revés neste fim de ano. Não podemos levantar uma bandeira de dúvida logo agora. Disseram-me que se estivéssemos no meio do campeonato, o Grêmio não iria classificar-se para a Libertadores. Eles têm razão, mas não trabalhamos com “se”, trabalhamos com o presente, e o presente é uma reta final em que temos totais condições de confirmar o trabalho que vem sendo feito.
A vaga para a Libertadores virá. Não sei como nem em que termos, mas virá. Não estou pondo fé em algo que torço para se realizar, estou afirmando, com toda a certeza, que ocorrerá. Ou é isso, ou não há um futuro válido para o Grêmio.
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