Foto: Fernando Gomes / Agencia RBS
A política de austeridade financeira do presidente Romildo Bolzan Jr. dá frutos ao Grêmio. No terceiro trimestre, o clube registrou fluxo de caixa positivo em R$ 2,4 milhões. Ou seja: entre janeiro e setembro faturou R$ 139,6 milhões e teve custos de R$ 137,2 milhões.
O balanço contábil ainda apresenta déficit de R$ 61 milhões. Porém é afetado pela depreciação e amortização de investimentos, como a contratação de jogadores, e por juros de empréstimos tomados pelo clube, como o adiantamento da verba dos direitos de TV, além do passivo de dívidas com a União. O fluxo de caixa positivo também é conhecido como EBITDA, sigla em inglês para "lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização".
Uma curiosidade do balanço é o faturamento com a venda de jogadores. Com a política de segurar talentos como Luan, Walace e Marcelo Grohe, o Grêmio recebeu R$ 12 milhões com transações deste tipo. Só com a saída do zagueiro Rhodolfo para o Besiktas, da Turquia, o clube ganhou R$ 6,8 milhões. A receita com venda de atletas orçada para os três trimestres era de R$ 40,5 milhões.
A arrecadação com o quadro social também é destaque do balanço financeiro. O faturamento acumulado desde o início do ano chegou a R$ 34 milhões neste trimestre. Até dezembro, a meta orçada é de R$ 48 milhões. A expectativa da direção é concretizar a compra da Arena junto à OAS e lançar o novo plano de sócios o mais rápido possível. Assim, a receita gerada pelo associado saltaria para R$ 10 milhões mensais.
A gestão do estádio possibilitará ao Grêmio explorar novos ganhos, como a bilheteria, que hoje ingressa nos cofres da Arena Porto-Alegrense. Além disso, as receitas geradas por camarotes, estacionamento, aluguel para eventos, publicidade e espaços comerciais também vão reforçar o caixa do clube.
Após chegar a um acordo com a OAS sobre os termos de compra da Arena em setembro, o Grêmio aguarda a aprovação dos credores da construtora, que farão assembleia em São Paulo em três de novembro. Vencida esta etapa, o negócio passará pelo crivo do Conselho Deliberativo tricolor. Se tudo ocorrer como o esperado pela direção, o clube iniciará 2016 com a gestão de seu novo estádio.
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O balanço contábil ainda apresenta déficit de R$ 61 milhões. Porém é afetado pela depreciação e amortização de investimentos, como a contratação de jogadores, e por juros de empréstimos tomados pelo clube, como o adiantamento da verba dos direitos de TV, além do passivo de dívidas com a União. O fluxo de caixa positivo também é conhecido como EBITDA, sigla em inglês para "lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização".
Uma curiosidade do balanço é o faturamento com a venda de jogadores. Com a política de segurar talentos como Luan, Walace e Marcelo Grohe, o Grêmio recebeu R$ 12 milhões com transações deste tipo. Só com a saída do zagueiro Rhodolfo para o Besiktas, da Turquia, o clube ganhou R$ 6,8 milhões. A receita com venda de atletas orçada para os três trimestres era de R$ 40,5 milhões.
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A gestão do estádio possibilitará ao Grêmio explorar novos ganhos, como a bilheteria, que hoje ingressa nos cofres da Arena Porto-Alegrense. Além disso, as receitas geradas por camarotes, estacionamento, aluguel para eventos, publicidade e espaços comerciais também vão reforçar o caixa do clube.
Após chegar a um acordo com a OAS sobre os termos de compra da Arena em setembro, o Grêmio aguarda a aprovação dos credores da construtora, que farão assembleia em São Paulo em três de novembro. Vencida esta etapa, o negócio passará pelo crivo do Conselho Deliberativo tricolor. Se tudo ocorrer como o esperado pela direção, o clube iniciará 2016 com a gestão de seu novo estádio.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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