?Mesmo que se classifique para a Taça Libertadores - algo que garante um aporte financeiro maior para a próxima temporada - o Grêmio não deve fazer grandes investimentos em 2016. A política de reforços será muito parecida com a deste ano, com foco em jogadores em fim de contrato ou que estejam sendo subaproveitados em suas atuais equipes.
O objetivo da direção é manter a folha salarial na casa dos R$ 6 milhões. A base para cada jogador ficaria em torno de R$ 180 mil, com alguma flexibilidade, é claro. Não haverá necessidade de liberar jogadores para aliviar a folha, como aconteceu no começo deste ano, quando atletas como Hernán Barcos e Marcelo Moreno tinham vencimentos fora da realidade atual do clube. Isto fará com que seja mais fácil manter a política de valorização do atual elenco - recentemente, Luan, Pedro Rocha, Walace e Mamute receberam aumentos.
Um dos nomes em observação para 2016 é o lateral Apodi. Caso o Santos continue fazendo jogo duro para liberar Galhardo, a tendência é que o Grêmio faça uma investida pelo jogador, que tem contrato com a Chapecoense até o final de 2015.
O modelo é simples: se neste ano, o tricolor encontrou em Galhardo, Erazo, Marcelo Oliveira, Maicon e Douglas opções de custo baixo e confiáveis - e que ajudaram o time a chegar no G-4 do Brasileirão - o objetivo é encontrar outros três ou quatro para o ano que vem, também com nível de titularidade. O desafio não é pequeno, mas o Grêmio seguirá com a política do bom e barato.
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O objetivo da direção é manter a folha salarial na casa dos R$ 6 milhões. A base para cada jogador ficaria em torno de R$ 180 mil, com alguma flexibilidade, é claro. Não haverá necessidade de liberar jogadores para aliviar a folha, como aconteceu no começo deste ano, quando atletas como Hernán Barcos e Marcelo Moreno tinham vencimentos fora da realidade atual do clube. Isto fará com que seja mais fácil manter a política de valorização do atual elenco - recentemente, Luan, Pedro Rocha, Walace e Mamute receberam aumentos.
Um dos nomes em observação para 2016 é o lateral Apodi. Caso o Santos continue fazendo jogo duro para liberar Galhardo, a tendência é que o Grêmio faça uma investida pelo jogador, que tem contrato com a Chapecoense até o final de 2015.
O modelo é simples: se neste ano, o tricolor encontrou em Galhardo, Erazo, Marcelo Oliveira, Maicon e Douglas opções de custo baixo e confiáveis - e que ajudaram o time a chegar no G-4 do Brasileirão - o objetivo é encontrar outros três ou quatro para o ano que vem, também com nível de titularidade. O desafio não é pequeno, mas o Grêmio seguirá com a política do bom e barato.
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