Apodi fez gol da Chapecoense aos 50 minutos do 2º tempo (Foto: LUIZ MUNHOZ/FATOPRESS/ESTADÃO CONTEÚDO)
A tarde de domingo se desenhava feliz para o Grêmio na Arena, com o Tricolor abrindo 2 a 0 ainda no primeiro tempo em cima da Chapecoense. O desfecho, no entanto, foi totalmente diferente e frustrante para o time treinado por Roger Machado: a equipe catarinense reagiu, empatou e chegou ao gol da virada aos 50 minutos do segundo tempo, no último lance do jogo. Para o jornalista Diogo Olivier, o time gaúcho perdeu por excesso de soberba.
- Dessa vez acho que teve muito excesso de confiança, de soberba, do chamado salto alto. O Grêmio fez gol logo aos quatro minutos (Douglas), depois o Bobô fez 2 a 0, aos 33, e parecia que o jogo estava liquidado. Se pegar o Grêmio o do primeiro para o segundo tempo, o espaço aumentou demais. Marcava no primeiro tempo e deixou de marcar, achou que o jogo estava resolvido, não encurtou mais o espaço - avaliou, no "Redação SporTV".
Para o jornalista, a Chapecoense soube aproveitar a queda do Grêmio e cresceu também após a mudança feita pelo técnico Guto Ferreira no intervalo, quando tirou Elicarlos para a entrada de Gil. Para Olivier, além de diminuir o ritmo, o Tricolor se achou "superior", principalmente pelos recentes elogios que têm recebido desde que Roger Machado assumiu o comando - o time é o terceiro na tabela do Campeonato Brasileiro.
- Teve muito daquela história: "é o time mais bem treinado do Brasil, o Roger é o novo Guardiola, o Grêmio é o novo "tik-taka". Inconscientemente, o time estava em quarta marcha e ficou em segunda, deu espaço. Teve muito isso, de achar que é um grande time, que está tudo resolvido, que não precisa correr e marcar um pouquinho mais para conseguir seus resultados e acabou tomando um gol no final, aos 50 minutos. O Tricolor ficou na soberba de "melhor time do mundo" e acabou relaxando - reforçou.
Com o resultado, o Grêmio estacionou nos 55 pontos e desperdiçou a chance de se aproximar do Atlético-MG, segundo colocado com 59. No próximo domingo, às 17h, o Tricolor encara o Vasco, no Maracanã.
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- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
A tarde de domingo se desenhava feliz para o Grêmio na Arena, com o Tricolor abrindo 2 a 0 ainda no primeiro tempo em cima da Chapecoense. O desfecho, no entanto, foi totalmente diferente e frustrante para o time treinado por Roger Machado: a equipe catarinense reagiu, empatou e chegou ao gol da virada aos 50 minutos do segundo tempo, no último lance do jogo. Para o jornalista Diogo Olivier, o time gaúcho perdeu por excesso de soberba.
- Dessa vez acho que teve muito excesso de confiança, de soberba, do chamado salto alto. O Grêmio fez gol logo aos quatro minutos (Douglas), depois o Bobô fez 2 a 0, aos 33, e parecia que o jogo estava liquidado. Se pegar o Grêmio o do primeiro para o segundo tempo, o espaço aumentou demais. Marcava no primeiro tempo e deixou de marcar, achou que o jogo estava resolvido, não encurtou mais o espaço - avaliou, no "Redação SporTV".
Para o jornalista, a Chapecoense soube aproveitar a queda do Grêmio e cresceu também após a mudança feita pelo técnico Guto Ferreira no intervalo, quando tirou Elicarlos para a entrada de Gil. Para Olivier, além de diminuir o ritmo, o Tricolor se achou "superior", principalmente pelos recentes elogios que têm recebido desde que Roger Machado assumiu o comando - o time é o terceiro na tabela do Campeonato Brasileiro.
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Com o resultado, o Grêmio estacionou nos 55 pontos e desperdiçou a chance de se aproximar do Atlético-MG, segundo colocado com 59. No próximo domingo, às 17h, o Tricolor encara o Vasco, no Maracanã.
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