Erazo lamenta o primeiro gol da Chapecoense, fruto de um pênalti que ele cometeu
Era uma exibição segura e que colocou em prática as principais qualidades deste Grêmio. Marcação avançada e a troca de passes dinâmica que envolvia a Chapecoense com facilidade. O golaço de Douglas e o tento de Bobô após bela tabela levaram um 2-0 tranquilo para o intervalo. O roteiro desenhava uma goleada. Mas o futebol, por vezes, foge das previsões e aponta surpresas.
Não me venham com a balela de que tomamos a virada para a Chapecoense por conta das qualidades técnica e tática da equipe catarinense. O Tricolor é imensamente superior e incorreu em um erro grave: a acomodação. O Grêmio simplesmente parou de jogar. São jogadores que recebem em dia salários polpudos, treinam em uma estrutura impecável e atuam em um dos maiores clubes do Brasil. Imperdoável que percam o espírito competitivo. Além de ser um desrespeito ao maior patrimônio do clube: o torcedor.
Tomar de 3 a 2 da Chapecoense, de virada em casa, depois de estar vencendo por 2 a 0, com todo o respeito aos catarinenses, pode ser considerado um dos maiores vexames da Arena desde a sua inauguração, em dezembro de 2012. A alta competitividade que o Grêmio alcançou nesta temporada após a chegada do Roger depende muito da intensidade e do nível de concentração dos atletas. Quando estes dois aspectos não estão afinados, as chances de perder aumentam consideravelmente.
O pênalti infantil de Erazo deu chance para que a Chapecoense começasse uma reação. O bote juvenil de Galhardo fez com que Geromel tivesse que sair da área e permitiu o empate. O contra ataque que resultou no gol da virada, nos últimos segundos de partida, quando o adversário atravessou todo o campo tabelando sem que nenhum gremista fizesse a falta. Se um dos jogadores tivesse sentindo 5% da frustração dos torcedores que estavam presentes no estádio, certamente teria parado a jogada. A nossa irritação após este resultado vergonhoso é plenamente justificável.
Só os lunáticos como este que vos escreve ainda acreditavam no título do Campeonato Brasileiro. Depois desta rodada, nem o mais otimista conserva esta esperança. No que diz respeito à classificação para a Libertadores da América, ainda estamos firmes na terceira colocação, seis pontos à frente do quarto. E acredito que esta será a nossa posição ao término da competição. Só que o elenco tem a obrigação de retomar o nível de competitividade já no próximo desafio, diante do Vasco da Gama, no Rio.
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- Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Era uma exibição segura e que colocou em prática as principais qualidades deste Grêmio. Marcação avançada e a troca de passes dinâmica que envolvia a Chapecoense com facilidade. O golaço de Douglas e o tento de Bobô após bela tabela levaram um 2-0 tranquilo para o intervalo. O roteiro desenhava uma goleada. Mas o futebol, por vezes, foge das previsões e aponta surpresas.
Não me venham com a balela de que tomamos a virada para a Chapecoense por conta das qualidades técnica e tática da equipe catarinense. O Tricolor é imensamente superior e incorreu em um erro grave: a acomodação. O Grêmio simplesmente parou de jogar. São jogadores que recebem em dia salários polpudos, treinam em uma estrutura impecável e atuam em um dos maiores clubes do Brasil. Imperdoável que percam o espírito competitivo. Além de ser um desrespeito ao maior patrimônio do clube: o torcedor.
Tomar de 3 a 2 da Chapecoense, de virada em casa, depois de estar vencendo por 2 a 0, com todo o respeito aos catarinenses, pode ser considerado um dos maiores vexames da Arena desde a sua inauguração, em dezembro de 2012. A alta competitividade que o Grêmio alcançou nesta temporada após a chegada do Roger depende muito da intensidade e do nível de concentração dos atletas. Quando estes dois aspectos não estão afinados, as chances de perder aumentam consideravelmente.
O pênalti infantil de Erazo deu chance para que a Chapecoense começasse uma reação. O bote juvenil de Galhardo fez com que Geromel tivesse que sair da área e permitiu o empate. O contra ataque que resultou no gol da virada, nos últimos segundos de partida, quando o adversário atravessou todo o campo tabelando sem que nenhum gremista fizesse a falta. Se um dos jogadores tivesse sentindo 5% da frustração dos torcedores que estavam presentes no estádio, certamente teria parado a jogada. A nossa irritação após este resultado vergonhoso é plenamente justificável.
Só os lunáticos como este que vos escreve ainda acreditavam no título do Campeonato Brasileiro. Depois desta rodada, nem o mais otimista conserva esta esperança. No que diz respeito à classificação para a Libertadores da América, ainda estamos firmes na terceira colocação, seis pontos à frente do quarto. E acredito que esta será a nossa posição ao término da competição. Só que o elenco tem a obrigação de retomar o nível de competitividade já no próximo desafio, diante do Vasco da Gama, no Rio.
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