Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Na Arena, o Grêmio deu uma demonstração de como não se pode ser autossuficiente. Não há jogo jogado, e o resultado pode servir para uma profunda reflexão interna, especialmente visando o planejamento para a Libertadores do ano que vem. Futebol não é tão fácil, como parecia que vinha sendo.
Pelo segundo tempo, a Chapecoense obteve uma vitória justa e, ao contrário de muitos, penso que nem na primeira etapa o Grêmio jogou grande futebol, pois permitia enormes espaços em seu campo de defesa.
Parabéns, Xavante!
Considerando que no Brasileirão da Série A nada mudou, ou seja, o G4 continua com os mesmos, e os outros não consigo vê-los, prefiro, hoje, homenagear o Brasil de Pelotas, que é a grande novidade na Série B.
O time pelotense, como previ no Sala de Redação, obteve uma classificação heroica e histórica, de forma merecida. Sob o competente comando do técnico Rogério Zimmermann, o Brasil-Pel soube fazer valer o poder de sua camisa, a força de seus profissionais e o apoio de seus torcedores.
Dos seis anos em que estive no Grêmio, Rogério trabalhou em cinco deles, em várias categorias, ganhando títulos e só saiu, deixando as portas abertas, se não estou enganado, por vontade própria, buscando espaços maiores. É um grande profissional e faz jus à grande conquista. Parabéns à direção e à nação do Brasil-Pel.
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Pelo segundo tempo, a Chapecoense obteve uma vitória justa e, ao contrário de muitos, penso que nem na primeira etapa o Grêmio jogou grande futebol, pois permitia enormes espaços em seu campo de defesa.
Parabéns, Xavante!
Considerando que no Brasileirão da Série A nada mudou, ou seja, o G4 continua com os mesmos, e os outros não consigo vê-los, prefiro, hoje, homenagear o Brasil de Pelotas, que é a grande novidade na Série B.
O time pelotense, como previ no Sala de Redação, obteve uma classificação heroica e histórica, de forma merecida. Sob o competente comando do técnico Rogério Zimmermann, o Brasil-Pel soube fazer valer o poder de sua camisa, a força de seus profissionais e o apoio de seus torcedores.
Dos seis anos em que estive no Grêmio, Rogério trabalhou em cinco deles, em várias categorias, ganhando títulos e só saiu, deixando as portas abertas, se não estou enganado, por vontade própria, buscando espaços maiores. É um grande profissional e faz jus à grande conquista. Parabéns à direção e à nação do Brasil-Pel.
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