Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Uma inexplicável queda de rendimento no segundo tempo decretou a derrota do Grêmio por 3 a 2 para a Chapecoense, na tarde deste domingo, na Arena. Depois de uma vitória parcial na primeira etapa, a equipe cedeu espaços, permitiu o empate e, nos acréscimos, sofreu o terceiro gol. A chance de reabilitação será domingo, no Maracanã, contra o Vasco. Sem Geromel, que recebeu o terceiro cartão amarelo.
Na maior parte do primeiro tempo, o futebol do Grêmio fluiu límpido como a tarde ensolarada de Porto Alegre, cansada de tanta chuva. Viu-se em campo tudo aquilo que Roger Machado ensaia com esmero durante a semana. Houve troca de passes, inversão de posições, apoio de laterais, avanço dos volantes.
Para suprir a dificuldade de Luan na partida contra o Santos, Roger o retirou do lado esquerdo. Pela direita, o meia ganhou a habitual liberdade de ação, com direito a fechar pelo meio, e foi mais efetivo na criação. Giuliano, aberto pela esquerda, foi agudo e participativo.
A vitória começou a se desenhar muito cedo. A quatro minutos, Douglas acertou o ângulo em chute de fora da área, com colaboração do goleiro Silvio. Outra chance foi criada dois minutos mais tarde, por Luan, mas o chute saiu fraco.
Não que a Chapecoense fosse um adversário frágil. Com a bola nos pés, o time catarinense exibiu virtudes, sobretudo com Barbio e Maranhão. E assustou a torcida a sete minutos, em chute de Camilo na trave esquerda. Levaria perigo de novo no cabeceio de Camilo, que antecipou-se a Geromel.
Mas o Grêmio tinha a partida sob controle. Além do gol, Douglas surpreendia como marcador, por vezes perseguindo os volantes até a beira do gramado. O segundo gol foi esboçado a 17 minutos, no avanço de Giuliano, cujo cruzamento Bobô não conseguiu alcançar.
Bem distribuído em campo e sem problemas de marcação, só faltava ao time maior número de chutes. E o segundo gol só ocoreu a 33 minutos. Galhardo aproveitou vacilo de marcação da Chapecoense e cruzou rasteiro para Bobô, que antecipou-se a Silvio e concluiu. No choque, o goleiro da Chapecoense lesionou o rosto e precisou sair. Antes que a primeira etapa se encerrasse, Galhardo salvou sobre a linha cabeceio de Túlio de Melo.
Como no jogo contra o Cruzeiro, foi preocupante o começo de segundo tempo do Grêmio. O primeiro sinal de alerta foi o cabeceio de Túlio de Melo, que só não entrou por desviar nas costas de Marcelo Oliveira. Aos 11, Erazo chegou atrasado na dividida e derrubou Apodi dentro da área. Na cobrança do pênalti, Túlio de Melo descontou com um chute forte, no centro da meta.
Como no meio da semana, Roger trocou Bobô por Pedro Rocha em busca dos contragolpes. A modificação coincidiu com uma mudança de postura da equipe, que pareceu despertar outra vez para o jogo e passou a pressionar.
Disposta a fugir da parte baixa da tabela, a Chapecoense não desistia de atacar. Puxada pelo habilidoso Camilo, chegou ao empate. Aos 32 minutos, Maranhão cruzou da direita, Grassi não alcançou e Túlio de Melo completou para a rede.
O resultado inesperado forçou Roger a apostar em novo atacante. O escolhido foi Braian Rodríguez, lançado na vaga de Maicon. O time, contudo, estava abalado e só voltou a incomodar o adversário no cabeceio de Marcelo Oliveira.
Houve pressão nos minutos finais, reclamação de pênalti sobre Galhardo, mas nenhuma efetividade. Quem aproveitou foi a Chapecoense, que marcou em arrancada de Apodi, já aos 50 minjutos. E o domingo, que havia começado feliz, terminou em frustração.
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Uma inexplicável queda de rendimento no segundo tempo decretou a derrota do Grêmio por 3 a 2 para a Chapecoense, na tarde deste domingo, na Arena. Depois de uma vitória parcial na primeira etapa, a equipe cedeu espaços, permitiu o empate e, nos acréscimos, sofreu o terceiro gol. A chance de reabilitação será domingo, no Maracanã, contra o Vasco. Sem Geromel, que recebeu o terceiro cartão amarelo.
Na maior parte do primeiro tempo, o futebol do Grêmio fluiu límpido como a tarde ensolarada de Porto Alegre, cansada de tanta chuva. Viu-se em campo tudo aquilo que Roger Machado ensaia com esmero durante a semana. Houve troca de passes, inversão de posições, apoio de laterais, avanço dos volantes.
Para suprir a dificuldade de Luan na partida contra o Santos, Roger o retirou do lado esquerdo. Pela direita, o meia ganhou a habitual liberdade de ação, com direito a fechar pelo meio, e foi mais efetivo na criação. Giuliano, aberto pela esquerda, foi agudo e participativo.
A vitória começou a se desenhar muito cedo. A quatro minutos, Douglas acertou o ângulo em chute de fora da área, com colaboração do goleiro Silvio. Outra chance foi criada dois minutos mais tarde, por Luan, mas o chute saiu fraco.
Não que a Chapecoense fosse um adversário frágil. Com a bola nos pés, o time catarinense exibiu virtudes, sobretudo com Barbio e Maranhão. E assustou a torcida a sete minutos, em chute de Camilo na trave esquerda. Levaria perigo de novo no cabeceio de Camilo, que antecipou-se a Geromel.
Mas o Grêmio tinha a partida sob controle. Além do gol, Douglas surpreendia como marcador, por vezes perseguindo os volantes até a beira do gramado. O segundo gol foi esboçado a 17 minutos, no avanço de Giuliano, cujo cruzamento Bobô não conseguiu alcançar.
Bem distribuído em campo e sem problemas de marcação, só faltava ao time maior número de chutes. E o segundo gol só ocoreu a 33 minutos. Galhardo aproveitou vacilo de marcação da Chapecoense e cruzou rasteiro para Bobô, que antecipou-se a Silvio e concluiu. No choque, o goleiro da Chapecoense lesionou o rosto e precisou sair. Antes que a primeira etapa se encerrasse, Galhardo salvou sobre a linha cabeceio de Túlio de Melo.
Como no jogo contra o Cruzeiro, foi preocupante o começo de segundo tempo do Grêmio. O primeiro sinal de alerta foi o cabeceio de Túlio de Melo, que só não entrou por desviar nas costas de Marcelo Oliveira. Aos 11, Erazo chegou atrasado na dividida e derrubou Apodi dentro da área. Na cobrança do pênalti, Túlio de Melo descontou com um chute forte, no centro da meta.
Como no meio da semana, Roger trocou Bobô por Pedro Rocha em busca dos contragolpes. A modificação coincidiu com uma mudança de postura da equipe, que pareceu despertar outra vez para o jogo e passou a pressionar.
Disposta a fugir da parte baixa da tabela, a Chapecoense não desistia de atacar. Puxada pelo habilidoso Camilo, chegou ao empate. Aos 32 minutos, Maranhão cruzou da direita, Grassi não alcançou e Túlio de Melo completou para a rede.
O resultado inesperado forçou Roger a apostar em novo atacante. O escolhido foi Braian Rodríguez, lançado na vaga de Maicon. O time, contudo, estava abalado e só voltou a incomodar o adversário no cabeceio de Marcelo Oliveira.
Houve pressão nos minutos finais, reclamação de pênalti sobre Galhardo, mas nenhuma efetividade. Quem aproveitou foi a Chapecoense, que marcou em arrancada de Apodi, já aos 50 minjutos. E o domingo, que havia começado feliz, terminou em frustração.
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