Tite responde no Resenha ESPN minha pergunta sobre a relação dele com Roger Machado
O último “Resenha” na ESPN Brasil foi muito especial. Entre os convidados, esteve Tite, técnico extremamente competente e de currículo invejável, um dos melhores do mundo, podemos considerar assim. Além de brindar o fã de esportes com seu conhecimento sobre as nuances do futebol, o gringo de Caxias do Sul relembrou a Copa do Brasil de 2001 e ainda teve tempo de responder uma pergunta minha sobre Roger Machado.
Tite fala sobre o nosso tetra da Copa do Brasil, em 2001, quando derrotamos o Corinthians no Morumbi por 3 a 1:
“Foi a minha primeira oportunidade em um clube de estrutura maior. Uma expectativa muito grande, nós vínhamos de um empate de 2-2 no Estádio Olímpico, que nos deu muita confiança para jogar em São Paulo. E a qualidade técnica desta equipe era muito grande. Com uma virtude, ela tinha transições defensivas e ofensivas, era muito rápida esta equipe, muito móvel, ela praticamente não tinha zagueiros, era o Marinho, jogador de muita velocidade, tinha só o Zinho que fazia a cadência, o restante, de 9 o Marcelinho Paraíba, na beirada o Luís Mário. Nós fazíamos pressão alta em um 3-6-1 o tempo todo, porque era um time móvel, então pressiona lá dentro. Foi o mais leve que treinei, em termos criativos, com maior transição, esse time tinha rodinha no pé”
Tite comenta a relação com Roger Machado e o trabalho do jovem técnico no Grêmio:
“Eu fico muito à vontade para falar, ele como atleta já tinha uma visão macro, de senso de equipe, a gente percebe quando o atleta tem esta capacidade, quando estava no Grêmio, o Roger já desenvolvia isso. Tem uma linha de trabalho que se assemelha muito (com a de Tite), que é uma equipe de triangulação, de posse de bola, que a bola longa é uma segunda alternativa e não a ideia central, que faz pressão onde perde a bola também, que faz essas transições, pode fazer pressão alta, média ou baixa. Tem um pensamento de futebol e uma metodologia e treinamentos muito atuais, porque eu sei da sua preparação, ele está entre os jovens de uma geração sedenta do novo, do atual e ao mesmo tempo daquilo que traga para o atleta o benefício, porque o atleta mobilizado é levado ao treinamento e o Roger tem este perfil”.
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“Foi a minha primeira oportunidade em um clube de estrutura maior. Uma expectativa muito grande, nós vínhamos de um empate de 2-2 no Estádio Olímpico, que nos deu muita confiança para jogar em São Paulo. E a qualidade técnica desta equipe era muito grande. Com uma virtude, ela tinha transições defensivas e ofensivas, era muito rápida esta equipe, muito móvel, ela praticamente não tinha zagueiros, era o Marinho, jogador de muita velocidade, tinha só o Zinho que fazia a cadência, o restante, de 9 o Marcelinho Paraíba, na beirada o Luís Mário. Nós fazíamos pressão alta em um 3-6-1 o tempo todo, porque era um time móvel, então pressiona lá dentro. Foi o mais leve que treinei, em termos criativos, com maior transição, esse time tinha rodinha no pé”
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“Eu fico muito à vontade para falar, ele como atleta já tinha uma visão macro, de senso de equipe, a gente percebe quando o atleta tem esta capacidade, quando estava no Grêmio, o Roger já desenvolvia isso. Tem uma linha de trabalho que se assemelha muito (com a de Tite), que é uma equipe de triangulação, de posse de bola, que a bola longa é uma segunda alternativa e não a ideia central, que faz pressão onde perde a bola também, que faz essas transições, pode fazer pressão alta, média ou baixa. Tem um pensamento de futebol e uma metodologia e treinamentos muito atuais, porque eu sei da sua preparação, ele está entre os jovens de uma geração sedenta do novo, do atual e ao mesmo tempo daquilo que traga para o atleta o benefício, porque o atleta mobilizado é levado ao treinamento e o Roger tem este perfil”.
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