Ty (E) e Iago foram observados de perto por Roger nos últimos dois dias (Foto: Eduardo Moura/Globoesporte.com)
O Grêmio atualmente se vê em uma encruzilhada. A intenção é manter o elenco atual, o que requer investimento considerado pesado, com aporte de R$ 18 milhões apenas para as situações de Maicon e Erazo. Por outro lado, garante que vai se manter centrado em sua política de contenção de gastos e sobriedade financeira. Uma saída analisada é a utilização de alguns jovens atletas que fazem parte do grupo de transição como moeda de troca para manter jogadores que ainda não têm sequência confirmada em 2016.
Algumas situações incertas, tais quais a permanência de Maicon e Galhardo, podem envolver estes atletas mais novos e com certa valorização no mercado, já que envolvem uma negociação com outros clubes do Brasil - no caso, São Paulo e Santos, respectivamente. Alguns nomes já despertaram cobiça de outras equipes, como o lateral-esquerdo Júnior, que teve proposta de clube português, e o meia Lincoln, sondado por equipes da Inglaterra.
A política gremista seguirá calcada na aposta em jovens para a próxima temporada. Por exemplo, o atacante Everton não está entre as possíveis opções para negócio. Peças menos utilizadas do elenco principal podem também entrar nas negociações, já que Roger espera contar com um grupo mais enxuto para o próximo ano.
- Estamos conversando ainda com o São Paulo, vendo as possibilidades. Nós podemos, sim, envolver algum jovem em um possível negócio. O Everton não está entre eles. Mas é uma perspectiva que temos - comentou o presidente Romildo Bolzan Júnior ao GloboEsporte.com.
O aproveitamento de jovens no próximo ano ainda passará por uma análise mais detalhada da comissão técnica de Roger, em conjunto com o departamento de formação gremista, encabeçado pelo assessor da presidência Gustavo Schmitz e pelo executivo Júnior Chávare, recentemente recontratado. Segundo Bolzan, a tendência é que três ou quatro atletas subam para um trabalho mais próximo do elenco principal.
Nos últimos dias, os jovens, que ainda estão na disputa da Copa Valmir Louruz, na semifinal contra o Juventude, neste e no próximo domingo, foram presença constante no treino de Roger. Nomes como Gustavo Xuxa, Júnior, Leandro Canhoto, Yago, Ty e outros estiveram sob os olhares próximos do treinador, que inclusive se irritou com alguns durante o trabalho desta sexta, por conta de uma orientação específica.
- Para não ter 35 jogadores no elenco, que atrapalha a qualidade do trabalho de modo geral, que possa ter um grupo principal menor, como se precisa, é importante. Temos mapeado esses meninos, sempre quando tem jogo em Eldorado e estou na concentração, vou lá vê-los. Tentamos nos fazer presente para legitimizar o processo e que entendam que todos fazem parte de um grande grupo, que é o profissional do clube - destacou Roger, em entrevista nesta sexta, no CT Luiz Carvalho.
Ao todo, são cinco jogadores entre os titulares que precisam garantir suas permanências. Maicon e Galhardo estão vinculados a São Paulo e Santos, enquanto Douglas tem direitos ligados ao Montes Claros, de São Paulo, clube dos seus procuradores. Edinho e Erazo ficarão livres no mercado, embora o equatoriano tenha assinado pré-contrato com o Estoril, de Portugal.
O elenco de transição também conta com atletas que já passaram pelos profissionais, mas não obtiveram sequência ou sucesso, casos do meia Rondinelly e do volante Mateus Magro, por exemplo. O comandante é um dos auxiliares de Roger, Bugre, que já tem histórico de trabalhar nas categorias de base.
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O Grêmio atualmente se vê em uma encruzilhada. A intenção é manter o elenco atual, o que requer investimento considerado pesado, com aporte de R$ 18 milhões apenas para as situações de Maicon e Erazo. Por outro lado, garante que vai se manter centrado em sua política de contenção de gastos e sobriedade financeira. Uma saída analisada é a utilização de alguns jovens atletas que fazem parte do grupo de transição como moeda de troca para manter jogadores que ainda não têm sequência confirmada em 2016.
Algumas situações incertas, tais quais a permanência de Maicon e Galhardo, podem envolver estes atletas mais novos e com certa valorização no mercado, já que envolvem uma negociação com outros clubes do Brasil - no caso, São Paulo e Santos, respectivamente. Alguns nomes já despertaram cobiça de outras equipes, como o lateral-esquerdo Júnior, que teve proposta de clube português, e o meia Lincoln, sondado por equipes da Inglaterra.
A política gremista seguirá calcada na aposta em jovens para a próxima temporada. Por exemplo, o atacante Everton não está entre as possíveis opções para negócio. Peças menos utilizadas do elenco principal podem também entrar nas negociações, já que Roger espera contar com um grupo mais enxuto para o próximo ano.
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Nos últimos dias, os jovens, que ainda estão na disputa da Copa Valmir Louruz, na semifinal contra o Juventude, neste e no próximo domingo, foram presença constante no treino de Roger. Nomes como Gustavo Xuxa, Júnior, Leandro Canhoto, Yago, Ty e outros estiveram sob os olhares próximos do treinador, que inclusive se irritou com alguns durante o trabalho desta sexta, por conta de uma orientação específica.
- Para não ter 35 jogadores no elenco, que atrapalha a qualidade do trabalho de modo geral, que possa ter um grupo principal menor, como se precisa, é importante. Temos mapeado esses meninos, sempre quando tem jogo em Eldorado e estou na concentração, vou lá vê-los. Tentamos nos fazer presente para legitimizar o processo e que entendam que todos fazem parte de um grande grupo, que é o profissional do clube - destacou Roger, em entrevista nesta sexta, no CT Luiz Carvalho.
Ao todo, são cinco jogadores entre os titulares que precisam garantir suas permanências. Maicon e Galhardo estão vinculados a São Paulo e Santos, enquanto Douglas tem direitos ligados ao Montes Claros, de São Paulo, clube dos seus procuradores. Edinho e Erazo ficarão livres no mercado, embora o equatoriano tenha assinado pré-contrato com o Estoril, de Portugal.
O elenco de transição também conta com atletas que já passaram pelos profissionais, mas não obtiveram sequência ou sucesso, casos do meia Rondinelly e do volante Mateus Magro, por exemplo. O comandante é um dos auxiliares de Roger, Bugre, que já tem histórico de trabalhar nas categorias de base.
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