Entusiasmado com a reunião com o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, na tarde desta quinta-feira, o CEO da Liga Sul-Minas Rio, Alexandre Kalil, previu um torneio grandioso. A CBF se comprometeu a responder em 48 horas com um estudo técnico sobre a viabilidade do novo campeonato no calendário. Mas os dirigentes dos clubes presentes à reunião dizem ter levado todo esse estudo. Resta apenas escolher as seis datas e incluir o torneio no calendário do primeiro semestre.
Empolgado, Alexandre Kalil afirma: “Será a maior revolução do futebol brasileiro.''
Pergunto.
Mais ou menos como a Copa União em 1987?
Ele responde:
“Não, mais do que isso. A Liga vai nascer como o segundo maior produto do futebol deste país. Maior, apenas o Campeonato Brasileiro.''
A empolgação tem a ver com dois fatores. O primeiro é a reunião de seis das maiores marcas do Brasil: Atlético, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Grêmio e Internacional. A segunda é o comprometimento dos dirigentes. Os presidentes dos clubes envolvidos na Liga Sul-Minas-Rio parecem tratar de uma questão vital, o torneio que pode equilibrá-los com algumas das economias importantes do futebol, à parte ingleses, alemães e espanhois.
A CBF vai responder em dois dias como encaixar o torneio no calendário. Mas os dirigentes dos clubes não enxergam hipótese de inconveniente.
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