Foto: Félix Zucco / Agencia RBS
O Grêmio não deixou escapar a vaga na Arena. O jogo à mercê do time foi o do Maracanã.
Ali, o Grêmio determinou seu destino na Copa do Brasil. Enfrentava um adversário ainda abalado, de ambiente convulsionado pela convivência com Ronaldinho e com um técnico no cargo há apenas cinco dias.
No Rio, o Grêmio teve espaço, teve a bola e não executou. Trouxe para a Arena a decisão, é verdade. Mas quem tinha dois resultados na mesa era o Fluminense. Jogava por empate e vitória. Se segurasse o 0 a 0 decidiria nos pênaltis.
A estratégia dos cariocas pareceu clara. Fechar espaços, marcar Luan e Douglas e esperar pela precisão de Fred numa bola na área. Funcionou. Depois do 1 a 0, ficou o placar e o domínio emocional do jogo.
O Grêmio foi ao seu limite. É claro que Geromel, principalmente, e Maicon fizeram falta. Mas o jogo desta quarta-feira mostra que faltou ao time o salto da hora decisiva, em que todos transpiram igual. O que impulsiona esse salto é a qualidade. O Grêmio sabe disso. Está na estrada certa e sabe dos ajustes necessários para conquistar os títulos que tanto espera.
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A estratégia dos cariocas pareceu clara. Fechar espaços, marcar Luan e Douglas e esperar pela precisão de Fred numa bola na área. Funcionou. Depois do 1 a 0, ficou o placar e o domínio emocional do jogo.
O Grêmio foi ao seu limite. É claro que Geromel, principalmente, e Maicon fizeram falta. Mas o jogo desta quarta-feira mostra que faltou ao time o salto da hora decisiva, em que todos transpiram igual. O que impulsiona esse salto é a qualidade. O Grêmio sabe disso. Está na estrada certa e sabe dos ajustes necessários para conquistar os títulos que tanto espera.
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