Roger Machado já mostrou ter comando de grupo suficiente para evitar o perigo maior que sempre cerca um favorito na decisão de vaga ou título. O salto 12, arrogância, desconcentração, desmobilização, como queira. O Grêmio tem melhor time do que o Fluminense, seu trabalho coletivo tem um encaixe que rivaliza com o do Corinthians, as individualidades conseguem render a pleno. Do meio para a frente, o treinador conseguirá repetir seu melhor quarteto com Luan, Giuliano, Douglas e Pedro Rocha, este ainda não confirmada pelo técnico. Se for Bobô o escolhido, Luan fica com restrições geográficas no campo, o que não faz bem a seu futebol. Com Pedro Rocha, o meia-atacante cresce porque ganha todo o campo ofensivo para jogar.
O Fluminense tem um fato novo para a decisão de vaga de amanhã. A malsucedida contratação de Ronaldinho Gaúcho - pedra cantada - fraturou o vestiário como era de se projetar de saída. Quando assinou com o clube, o dirigente topou que tivesse mais 15 dias de férias. Aí, fez o jogador estrear contra o Grêmio com três dias de treino. Tudo errado. O jogador, que já tinha virado reserva no Querétaro, não fez melhor no clube carioca. Foi digno ao aceitar ou propor, sei lá, a rescisão do contrato. Poderia ficar até o fim de 2016 ganhando o nababesco salário de 400 mil mensais. Preferiu a honradez de sair agora. Foi um dos maiores jogadores que vi em atividade. Nunca como centro do time; mesmo no Barcelona, onde era decisivo e fora-de-série, jogava na periferia do campo. Quando foi central na seleção brasileira da Copa de 2006, fracassou rotundamente. Estava gordo, como gordo estavam Adriano e Ronaldo. Teve o canto do cisne no Atlético MG há dois anos, protagonista no título inédito da Libertadores. Foram seis meses de redenção, mas logo aquele nível de desempenho e concentração desandou. Depois da má jornada mexicana, uma pior no Rio. Zero gol, zero assistência, melancolia na potência máxima.
A saída de Ronaldinho deve arejar o ambiente do Fluminense para a disputa de vaga amanhã na Arena. Um time mais gregário, um por todos, todos por um vai se ver na Arena. Ainda assim, o favoritismo do Grêmio é forte. O destino do jogo está nas mãos do dono da casa. Confirmar-se favorito depende só dele.
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