Grêmio aguarda por retorno de Marcelo Grohe contra o Fluminense (Foto: Douglas Magno)
Os últimos 15 dias reservaram uma tarefa ingrata a Roger Machado para manter o Grêmio na ponta de cima do Brasileirão: desenhar as escalações em meio a constantes baixas na equipe. O Tricolor até batalhou, não conseguiu escapar da oscilação, explicitada pelas duas derrotas em três jogos. Além disso, viu a defesa, antes sua fortaleza, ruir nas últimas cinco partidas, a ponto de criar expectativa diante de retornos importantes para encarar o Fluminense às 22h desta quarta-feira, no Maracanã, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.
Entre as prováveis voltas, Marcelo Grohe, goleiro da Seleção, é o mais aguardo a assumir o posto, diante de falhas do substituto Tiago. Maicon e Galhardo, com dores musculares, também devem tornar à equipe, assim como Giuliano, poupado, no meio-campo. Edinho, que cumpriu suspensão, também estará à disposição. Pedro Geromel será o único a remanescer em tratamento no departamento médico. Motivos de comemorações para os gremistas.
Até porque os números apresentados os últimos 15 dias denotam a fragilidade defensiva da equipe diante das baixas. Dono da segunda melhor defesa do Brasileirão, o Grêmio sofreu oito dos 25 gols na competição durante este período, em cinco jogos - 32% dos tentos sofridos. A comparação entre os arqueiros explicita essa dificuldade.
O Tricolor utilizou goleiros reservas em seis partidas desde a convocação de Grohe para a Seleção. Com Tiago sob as traves, a equipe não foi vazada na vitória por 2 a 0 sobre o Figueirense, no Orlando Scarpelli, pela 22ª rodada do Brasileirão. Desde então, sofreu gols em todas as partidas. O único dos goleiros a não ser vencido neste período foi Grohe, que permaneceu em campo durante 41 minutos na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-PR, no Couto Pereira, até ser substituído devido a um torcicolo. De lá para cá, foram oito tentos anotados pelos adversários em cinco jogos, ou 14 dias.
Com o titular na meta, o Grêmio sofreu sete gols em 16 jogos na "era Roger". Foram 11 vitórias, dois empates e três derrotas - 72,9%. Os suplentes levaram mais que o dobro de tentos em menos jogos. Com os substitutos, são 13 jogos, com sete vitórias, dois empates e quatro derrotas e 15 gols sofridos - 58,9%.
O revés por 3 a 2 diante do Palmeiras, no último sábado, é exemplo claro da fragilidade defensiva em meio aos desfalques - o Grêmio não levava três gols na mesma partida desde o empate com a Ponte Preta, na estreia pelo Brasileirão, ainda sob comando de Felipão. No Pacaembu, a equipe penou contra o melhor ataque do campeonato.

*Tiago substituiu Grohe na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-PR, na 26ª rodada do Brasileirão
Ainda contou com falhas de Tiago e da defesa nos tentos rivais.Mesmo que Roger evite atribuir o resultado aos desfalques, os gremistas aguardam os reforços para sair com resultado positivo diante do Flu, no Rio de Janeiro.
- O Grêmio não teve realmente uma boa partida. Não tivemos o mesmo nível de atenção, contra o melhor ataque da competição. Tivemos ausências importantes. O Giuliano, o Galhardo, mas jamais vou atribuir a derrota as ausências. Tenho um grupo inteiro à disposição, que dentro das possibilidade respondeu bem até agora. Quando tem que mudar, se perde algumas coisas no sistema defensivo e ofensivo, mas em outras partidas, jogamos assim e acabamos vencendo - minimiza o técnico.
O Tricolor terá as definições dos atletas que retornam a partir desta segunda-feira à tarde, na reapresentação do elenco, no CT Luiz Carvalho. Na quarta, às 22h, o Grêmio enfrenta o Fluminense no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.
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Os últimos 15 dias reservaram uma tarefa ingrata a Roger Machado para manter o Grêmio na ponta de cima do Brasileirão: desenhar as escalações em meio a constantes baixas na equipe. O Tricolor até batalhou, não conseguiu escapar da oscilação, explicitada pelas duas derrotas em três jogos. Além disso, viu a defesa, antes sua fortaleza, ruir nas últimas cinco partidas, a ponto de criar expectativa diante de retornos importantes para encarar o Fluminense às 22h desta quarta-feira, no Maracanã, pela ida das quartas de final da Copa do Brasil.
Entre as prováveis voltas, Marcelo Grohe, goleiro da Seleção, é o mais aguardo a assumir o posto, diante de falhas do substituto Tiago. Maicon e Galhardo, com dores musculares, também devem tornar à equipe, assim como Giuliano, poupado, no meio-campo. Edinho, que cumpriu suspensão, também estará à disposição. Pedro Geromel será o único a remanescer em tratamento no departamento médico. Motivos de comemorações para os gremistas.
Até porque os números apresentados os últimos 15 dias denotam a fragilidade defensiva da equipe diante das baixas. Dono da segunda melhor defesa do Brasileirão, o Grêmio sofreu oito dos 25 gols na competição durante este período, em cinco jogos - 32% dos tentos sofridos. A comparação entre os arqueiros explicita essa dificuldade.
O Tricolor utilizou goleiros reservas em seis partidas desde a convocação de Grohe para a Seleção. Com Tiago sob as traves, a equipe não foi vazada na vitória por 2 a 0 sobre o Figueirense, no Orlando Scarpelli, pela 22ª rodada do Brasileirão. Desde então, sofreu gols em todas as partidas. O único dos goleiros a não ser vencido neste período foi Grohe, que permaneceu em campo durante 41 minutos na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-PR, no Couto Pereira, até ser substituído devido a um torcicolo. De lá para cá, foram oito tentos anotados pelos adversários em cinco jogos, ou 14 dias.
Com o titular na meta, o Grêmio sofreu sete gols em 16 jogos na "era Roger". Foram 11 vitórias, dois empates e três derrotas - 72,9%. Os suplentes levaram mais que o dobro de tentos em menos jogos. Com os substitutos, são 13 jogos, com sete vitórias, dois empates e quatro derrotas e 15 gols sofridos - 58,9%.
O revés por 3 a 2 diante do Palmeiras, no último sábado, é exemplo claro da fragilidade defensiva em meio aos desfalques - o Grêmio não levava três gols na mesma partida desde o empate com a Ponte Preta, na estreia pelo Brasileirão, ainda sob comando de Felipão. No Pacaembu, a equipe penou contra o melhor ataque do campeonato.

*Tiago substituiu Grohe na vitória por 2 a 1 sobre o Atlético-PR, na 26ª rodada do Brasileirão
Ainda contou com falhas de Tiago e da defesa nos tentos rivais.Mesmo que Roger evite atribuir o resultado aos desfalques, os gremistas aguardam os reforços para sair com resultado positivo diante do Flu, no Rio de Janeiro.
- O Grêmio não teve realmente uma boa partida. Não tivemos o mesmo nível de atenção, contra o melhor ataque da competição. Tivemos ausências importantes. O Giuliano, o Galhardo, mas jamais vou atribuir a derrota as ausências. Tenho um grupo inteiro à disposição, que dentro das possibilidade respondeu bem até agora. Quando tem que mudar, se perde algumas coisas no sistema defensivo e ofensivo, mas em outras partidas, jogamos assim e acabamos vencendo - minimiza o técnico.
O Tricolor terá as definições dos atletas que retornam a partir desta segunda-feira à tarde, na reapresentação do elenco, no CT Luiz Carvalho. Na quarta, às 22h, o Grêmio enfrenta o Fluminense no Maracanã, pelas quartas de final da Copa do Brasil.
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