Argel, Roger, Dorival, Marcelo e Oswaldo assumiram seus cargos durante o Brasileirão
Foto: Montagem sobre fotos de Banco de Dados
Para se ter uma ideia da instabilidade dos técnicos do Brasileirão, quando esta reportagem começou a ser produzida, no final da manhã de quinta-feira, chegavam a 20 as trocas de técnicos no Brasileirão com as quedas de René Simões, no Figueirense, e Enderson Moreira, no Fluminense. No meio da tarde, Julinho Camargo limpou seu armário no Goiás e se tornou a 21ª mudança. No início da noite, Eduardo Baptista anunciou a saída do Sport para assumir o Flu. Era a 22ª troca. São tantas demissões e mudanças que exigem atualização quase em tempo real.
A rodada do meio de semana fechou como a recordista em mudanças nas casamatas neste campeonato. Foram quatro em menos de 24 horas. Faltando 12 jogos para final, a estabilidade no cargo é zero. Embora no Brasileirão ela nunca tenha sido alta. Em apenas 10 das 26 rodadas não houve mudança de técnico. Há casos como o de Vanderlei Luxemburgo, que perdeu o cargo no Flamengo no início da disputa, assumiu o Cruzeiro em seguida e caiu outra vez. Doriva, Guto Ferreira e Oswaldo de Oliveira também perderam e arrumaram emprego em meio ao Brasileirão.
O caso de Enderson Moreira é o melhor exemplo da ciranda dos treinadores. Começou o ano no Santos e foi demitido na reta final do Paulistão. Assumiu o Atlético-PR, comandou o time em oito jogos e saiu. Pegou o Fluminense na terceira rodada o Brasileirão e, 24 jogos depois, estava na rua outra vez. Em nove meses, três clubes e uma temporada para apagar do seu currículo.
Líder da categoria e firme no cargo no Vitória-BA, Vagner Mancini protesta contra a vulnerabilidade dos colegas no Brasil. Espera para ainda este ano a votação da proposta do deputado José Rocha (PR-BA), que regulamenta a profissão e prevê alguns pontos que protegem e enquadram os técnicos. Entre eles, estão a limitação de comandar no máximo dois times por temporada, prazos de contratos entre seis meses e dois anos e o ressarcimento do total do valor em caso de rescisão do vínculo.
– A Federação Brasileira espera para este ano a votação desta lei. É uma saída para tentar moralizar a relação dos profissionais com os clubes. Infelizmente, não nos surpreende essas 22 trocas no Brasileirão deste ano – lamentou Mancini.
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Foto: Montagem sobre fotos de Banco de Dados
Para se ter uma ideia da instabilidade dos técnicos do Brasileirão, quando esta reportagem começou a ser produzida, no final da manhã de quinta-feira, chegavam a 20 as trocas de técnicos no Brasileirão com as quedas de René Simões, no Figueirense, e Enderson Moreira, no Fluminense. No meio da tarde, Julinho Camargo limpou seu armário no Goiás e se tornou a 21ª mudança. No início da noite, Eduardo Baptista anunciou a saída do Sport para assumir o Flu. Era a 22ª troca. São tantas demissões e mudanças que exigem atualização quase em tempo real.
A rodada do meio de semana fechou como a recordista em mudanças nas casamatas neste campeonato. Foram quatro em menos de 24 horas. Faltando 12 jogos para final, a estabilidade no cargo é zero. Embora no Brasileirão ela nunca tenha sido alta. Em apenas 10 das 26 rodadas não houve mudança de técnico. Há casos como o de Vanderlei Luxemburgo, que perdeu o cargo no Flamengo no início da disputa, assumiu o Cruzeiro em seguida e caiu outra vez. Doriva, Guto Ferreira e Oswaldo de Oliveira também perderam e arrumaram emprego em meio ao Brasileirão.
O caso de Enderson Moreira é o melhor exemplo da ciranda dos treinadores. Começou o ano no Santos e foi demitido na reta final do Paulistão. Assumiu o Atlético-PR, comandou o time em oito jogos e saiu. Pegou o Fluminense na terceira rodada o Brasileirão e, 24 jogos depois, estava na rua outra vez. Em nove meses, três clubes e uma temporada para apagar do seu currículo.
Líder da categoria e firme no cargo no Vitória-BA, Vagner Mancini protesta contra a vulnerabilidade dos colegas no Brasil. Espera para ainda este ano a votação da proposta do deputado José Rocha (PR-BA), que regulamenta a profissão e prevê alguns pontos que protegem e enquadram os técnicos. Entre eles, estão a limitação de comandar no máximo dois times por temporada, prazos de contratos entre seis meses e dois anos e o ressarcimento do total do valor em caso de rescisão do vínculo.
– A Federação Brasileira espera para este ano a votação desta lei. É uma saída para tentar moralizar a relação dos profissionais com os clubes. Infelizmente, não nos surpreende essas 22 trocas no Brasileirão deste ano – lamentou Mancini.
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