Não está fácil ser técnico no Brasileirão de 2015. Já são 23 trocas de comando, das quais 19 vieram após demissões ou pedidos de demissões. O Figueirense é quem mais contribuiu para a lista. Mas não apenas por ter trocado duas vezes seu comando – a última delas nesta quarta. O time catarinense é o maior carrasco dos treinadores até agora. Dentre os 19 demitidos até agora, três caíram após derrotas para o Figueira.
Oswaldo de Oliveira, então no Palmeiras, Guto Ferreira, na Ponte Preta, e Marcelo Oliveira, pelo Cruzeiro, deixaram seus cargos após derrotas para o Figueirense. O Alvinegro ainda tem na conta a queda de René Simões – que depois treinou a equipe e foi demitido após a derrota para o Avaí –, que deixou o Botafogo depois de ser eliminado na Copa do Brasil. Na lista dos carrascos vêm em seguida Avaí, Chapecoense, Coritiba e Santos, que foram responsáveis indiretos por duas demissões cada.
Das 23 trocas de comando, somente quatro não foram realizadas após demissões: a do São Paulo, que contratou Juan Carlos Osorio para a vaga do interino Milton Cruz, do Santos, que também sacou o interino Marcelo Fernandes para contratar Dorival Júnior, o próprio Figueirense, que chamou René Simões para a vaga de Argel, atualmente no Internacional, e o Sport, que está sem comandante após a ida de Eduardo Baptista para o Fluminense.
Apenas quatro equipes ainda não modificaram seus treinadores: o líder Corinthians (Tite), o vice Atlético-MG (Levir Culpi), Atlético-PR (Milton Mendes) e Avaí (Gilson Kleina).
Ranking dos carrascos:
Figueirense: derrubou três técnicos (e René Simões, na Copa do Brasil)
Avaí, Chapecoense, Coritiba e Santos: derrubaram dois técnicos cada
Atlético-MG, Goiás, Flamengo, Joinville, Inter, Palmeiras, Ponte Preta, Sport e Vasco: derrubaram um técnico cada
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Das 23 trocas de comando, somente quatro não foram realizadas após demissões: a do São Paulo, que contratou Juan Carlos Osorio para a vaga do interino Milton Cruz, do Santos, que também sacou o interino Marcelo Fernandes para contratar Dorival Júnior, o próprio Figueirense, que chamou René Simões para a vaga de Argel, atualmente no Internacional, e o Sport, que está sem comandante após a ida de Eduardo Baptista para o Fluminense.
Apenas quatro equipes ainda não modificaram seus treinadores: o líder Corinthians (Tite), o vice Atlético-MG (Levir Culpi), Atlético-PR (Milton Mendes) e Avaí (Gilson Kleina).
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