O Palmeiras está empenhado em contratar o volante Mathías Villasanti, do Grêmio, e apresentou uma proposta de 8 milhões de euros pelo jogador paraguaio. No entanto, a diretoria tricolor considera o valor insuficiente e só aceita negociar por, no mínimo, 15 milhões de euros. Essa resistência do Grêmio tem tornado as negociações mais complexas, mas internamente o clube avalia o desgaste na relação com Villasanti, que estaria desmotivado a permanecer em Porto Alegre, fator que pode influenciar nas conversações.
O empresário de Villasanti, Renato Bittar, tem trabalhado nos bastidores para viabilizar a transferência por um montante inferior ao exigido pelo Grêmio. Além disso, ele tem usado a boa relação com o Palmeiras, clube onde também gerencia a carreira de Gustavo Gómez, como trunfo para concretizar a negociação. A amizade entre Gómez e Villasanti, ambos pilares da seleção paraguaia, reforça o desejo do volante em se juntar ao elenco alviverde, comandado por Abel Ferreira.
Porém, o Grêmio, que vê Villasanti como peça-chave no meio-campo e tem planos ambiciosos para a temporada, não pretende ceder facilmente. A diretoria tricolor acredita que o mercado europeu pode ser um destino mais lucrativo para o paraguaio no futuro, caso ele continue apresentando bom desempenho. Enquanto as negociações seguem em compasso de espera, o clima nos bastidores é de cautela. O Palmeiras estuda elevar a proposta, mas o Grêmio deixa claro que não pretende abrir mão de um de seus principais jogadores sem uma compensação à altura.
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