Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Depois de decidida nos gabinetes, a compra da gestão da Arena ainda passará pelo crivo do Conselho Deliberativo do Grêmio. Duas comissões analisarão o contrato antes de submetê-lo à votação.
Durante uma semana, o tempo para que o edital convocando o Conselho seja redigido e publicado nos jornais, os documentos serão analisados pela comissão de asssuntos legais e estatutários e conselho fiscal.
Também poderá ser convocada a comissão de assuntos econômicos e financeiros. Caberá a elas elaborar os pareceres sobre as vantagens da negociação e as garantias de que o clube deverá ser cercar antes da assinatura.
Milton Camargo, presidente do Conselho Deliberativo, garante que a votação ocorrerá com a rapidez necessária, sem que isso signifique falta de cautela.
– O Conselho não correrá o risco de ser acusado de não ser atento ou vigilante. Teremos cautela, sem que isso signifique morosidade – afirma.
O custo total da compra será de R$ 360 milhões, pagos ao longo de 18 anos.Durante seis anos, serão pagos R$ 144 milhões aos bancos que repassaram o financiamento, em parcelas mensais de R$ 2 milhões.
Nos 12 anos seguintes, o pagamento será feito a OAS. Serão R$ 216 milhões, em parcelas mensais de R$ 1,5 milhão.
Além disso, o clube cede à construtora a área do Olímpico, orçada em R$ 180 milhões.
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Depois de decidida nos gabinetes, a compra da gestão da Arena ainda passará pelo crivo do Conselho Deliberativo do Grêmio. Duas comissões analisarão o contrato antes de submetê-lo à votação.
Durante uma semana, o tempo para que o edital convocando o Conselho seja redigido e publicado nos jornais, os documentos serão analisados pela comissão de asssuntos legais e estatutários e conselho fiscal.
Também poderá ser convocada a comissão de assuntos econômicos e financeiros. Caberá a elas elaborar os pareceres sobre as vantagens da negociação e as garantias de que o clube deverá ser cercar antes da assinatura.
Milton Camargo, presidente do Conselho Deliberativo, garante que a votação ocorrerá com a rapidez necessária, sem que isso signifique falta de cautela.
– O Conselho não correrá o risco de ser acusado de não ser atento ou vigilante. Teremos cautela, sem que isso signifique morosidade – afirma.
O custo total da compra será de R$ 360 milhões, pagos ao longo de 18 anos.Durante seis anos, serão pagos R$ 144 milhões aos bancos que repassaram o financiamento, em parcelas mensais de R$ 2 milhões.
Nos 12 anos seguintes, o pagamento será feito a OAS. Serão R$ 216 milhões, em parcelas mensais de R$ 1,5 milhão.
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