Após a saída de Renato Portaluppi, oficializada em 9 de dezembro, o Grêmio enfrenta a maior demora em definir um novo técnico desde 2009. São 13 dias sem treinador e sem desfecho nas negociações com Pedro Caixinha, principal alvo. A última vez que o clube enfrentou tamanha demora foi em 2009, levando 38 dias para anunciar Paulo Autuori após a saída de Celso Roth.
Em 2015, por exemplo, o Grêmio precisou de sete dias para confirmar Roger Machado como substituto de Luiz Felipe Scolari. Já em 2022, o clube foi ágil: anunciou Roger no mesmo dia da demissão de Vagner Mancini, em fevereiro, e repetiu o feito ao oficializar o retorno de Renato Portaluppi após a saída de Mano Menezes, em setembro. O cenário atual é diferente, as conversas com Caixinha avançaram, mas ainda não houve acordo definitivo.
Em 2009, a situação foi ainda mais prolongada, com a confirmação de Silas apenas em dezembro para comandar o time em 2010. Caso o Grêmio não resolva logo a situação, a indefinição atual pode entrar para a história como um dos períodos mais longos sem técnico na era recente do clube.
O impasse atual atrasa o planejamento para 2025, incluindo definições de elenco e reforços. Enquanto isso, o Grêmio tem um plano B na manga que pode ser anunciado neste início de semana.
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