Roger pode superar sequência de Felipão
(Foto: Arte / GloboEsporte.com)
O jogo com o São Paulo une dois pontos curiosos sobre a invencibilidade atual de Roger Machado e do Grêmio. São oito jogos no Campeonato Brasileiro sem que o Tricolor conheça as agruras e os sentimentos ruins que chegam com as derrotas. No duelo com o São Paulo, neste domingo, às 16h, na Arena, os gaúchos podem superar a série invicta de Felipão, no Brasileirão do ano passado. Justamente contra o mesmo rival que encerrou a sequência de 2014. Roger, assim, poderá "vingar" o ex-comandante.
O Grêmio não perde desde o 1 a 0 sofrido para o Fluminense, em 1º de agosto. Desde então, o time de Roger venceu Inter, Atlético-MG, Joinville, Figueirense e Goiás no período. Empatou com Ponte Preta, Coritiba e Corinthians e anotou 13 gols. Também jogou as duas partidas da Copa do Brasil com o Coxa neste espaço de tempo, com duas vitórias.
No ano passado, Felipão teve sequência idêntica. Venceu Bahia, Flamengo, Atlético-PR, Chapecoense e Botafogo. Empatou com Atlético-MG, Santos e Fluminense. Este foi o período que a equipe gremista ficou sem sofrer gols durante oito partidas - marcou seis vezes. Quem rompeu a série foi o São Paulo, rival gremista deste domingo, com vitória por 1 a 0 na Arena, palco da partida.
No Brasileirão, o Tricolor é a única equipe que não perdeu como mandante. Um alento para o duelo com o São Paulo, que briga por vaga no G-4 e é o quinto colocado, sete pontos atrás do time gaúcho.
- Com a casa cheia, criando a atmosfera, certamente nos tornamos mais fortes. O resultado até agora é não ter perdido em casa. É fundamental, essa parceria que a gente desenvolveu com o nosso torcedor ao longo do campeonato - disse Roger.
Gre-Nal como estopim
A invencibilidade do Grêmio aparece, curiosamente, desde o Gre-Nal. O 5 a 0 no maior rival foi o estopim de uma campanha de mais de 80% de aproveitamento, que colocou definitivamente a equipe na briga pelo título. O que não era admitido publicamente antes.
A construção do time, visto como "maduro" por Roger, ocorreu em jogos justamente semalhantes ao do São Paulo. Contra grandes clubes do Brasileirão, onde a dificuldade é maior.
- O Gre-Nal foi efetivamente o ponto de partida da invencibilidade, mas antes disso a gente já vinha tendo um nível mito bom nos jogos. Esses 10 jogos invictos nos dão uma amostragem importante do estágio de evolução que estamos. Entramos em campo sabedor das funções que temos que executar. Hoje a gente lida com adversários que conhecem e estudam cada jogo, quando vão jogar com a gente, e a gente consegue criar alternativas para sobrepor as dificuldades que aparecerão nas partidas - completou o treinador.

Marcelo Grohe está de volta ao time (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Melhor defesa como característica
Muito da série invicta gremista tem a ver com a defesa – marca que já existia com a equipe de Scolari em 2014. O time de Roger é o que menos foi vazado no Brasileirão, ao lado do Corinthians, com 19 gols sofridos.
Para a partida de domingo, Roger não poderá contar com Geromel, que sofreu lesão na coxa e para por três semanas. Por outro lado, terá os retornos de Marcelo Grohe e Erazo, que estavam com a Seleção de Dunga e Equador, respectivamente.
Roger e Felipão mantém uma relação antiga. Foi o então treinador, na década de 90, que o puxou das categorias de base para o grupo profissional. Juntos, ambos foram campeões da Copa do Brasil em 94, na Libertadores em 95 e do Brasileirão em 96. A dupla também se encontrou para abraços fraternos antes dos jogos de Grêmio e Novo Hamburgo.
VEJA TAMBÉM
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(Foto: Arte / GloboEsporte.com)
O jogo com o São Paulo une dois pontos curiosos sobre a invencibilidade atual de Roger Machado e do Grêmio. São oito jogos no Campeonato Brasileiro sem que o Tricolor conheça as agruras e os sentimentos ruins que chegam com as derrotas. No duelo com o São Paulo, neste domingo, às 16h, na Arena, os gaúchos podem superar a série invicta de Felipão, no Brasileirão do ano passado. Justamente contra o mesmo rival que encerrou a sequência de 2014. Roger, assim, poderá "vingar" o ex-comandante.
O Grêmio não perde desde o 1 a 0 sofrido para o Fluminense, em 1º de agosto. Desde então, o time de Roger venceu Inter, Atlético-MG, Joinville, Figueirense e Goiás no período. Empatou com Ponte Preta, Coritiba e Corinthians e anotou 13 gols. Também jogou as duas partidas da Copa do Brasil com o Coxa neste espaço de tempo, com duas vitórias.
No ano passado, Felipão teve sequência idêntica. Venceu Bahia, Flamengo, Atlético-PR, Chapecoense e Botafogo. Empatou com Atlético-MG, Santos e Fluminense. Este foi o período que a equipe gremista ficou sem sofrer gols durante oito partidas - marcou seis vezes. Quem rompeu a série foi o São Paulo, rival gremista deste domingo, com vitória por 1 a 0 na Arena, palco da partida.
No Brasileirão, o Tricolor é a única equipe que não perdeu como mandante. Um alento para o duelo com o São Paulo, que briga por vaga no G-4 e é o quinto colocado, sete pontos atrás do time gaúcho.
- Com a casa cheia, criando a atmosfera, certamente nos tornamos mais fortes. O resultado até agora é não ter perdido em casa. É fundamental, essa parceria que a gente desenvolveu com o nosso torcedor ao longo do campeonato - disse Roger.
Gre-Nal como estopim
A invencibilidade do Grêmio aparece, curiosamente, desde o Gre-Nal. O 5 a 0 no maior rival foi o estopim de uma campanha de mais de 80% de aproveitamento, que colocou definitivamente a equipe na briga pelo título. O que não era admitido publicamente antes.
A construção do time, visto como "maduro" por Roger, ocorreu em jogos justamente semalhantes ao do São Paulo. Contra grandes clubes do Brasileirão, onde a dificuldade é maior.
- O Gre-Nal foi efetivamente o ponto de partida da invencibilidade, mas antes disso a gente já vinha tendo um nível mito bom nos jogos. Esses 10 jogos invictos nos dão uma amostragem importante do estágio de evolução que estamos. Entramos em campo sabedor das funções que temos que executar. Hoje a gente lida com adversários que conhecem e estudam cada jogo, quando vão jogar com a gente, e a gente consegue criar alternativas para sobrepor as dificuldades que aparecerão nas partidas - completou o treinador.

Marcelo Grohe está de volta ao time (Foto: Eduardo Moura/GloboEsporte.com)
Melhor defesa como característica
Muito da série invicta gremista tem a ver com a defesa – marca que já existia com a equipe de Scolari em 2014. O time de Roger é o que menos foi vazado no Brasileirão, ao lado do Corinthians, com 19 gols sofridos.
Para a partida de domingo, Roger não poderá contar com Geromel, que sofreu lesão na coxa e para por três semanas. Por outro lado, terá os retornos de Marcelo Grohe e Erazo, que estavam com a Seleção de Dunga e Equador, respectivamente.
Roger e Felipão mantém uma relação antiga. Foi o então treinador, na década de 90, que o puxou das categorias de base para o grupo profissional. Juntos, ambos foram campeões da Copa do Brasil em 94, na Libertadores em 95 e do Brasileirão em 96. A dupla também se encontrou para abraços fraternos antes dos jogos de Grêmio e Novo Hamburgo.
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