Dirigentes de 13 clubes confirmaram a criação da nova liga
Foto: Wendell Ferreira/Agência RBS
O gaúcho Maurício Andrade, CEO do Coritiba, é o secretário da recém criada liga que pretende reunir RS, SC, PR, MG e RJ em um torneio ainda sem nome, no estilo da extinta Copa Sul-Minas, que fracassou em 2002 após três edições. Inter, Grêmio e outros 11 clubes topam disputá-lo.
Maurício é filho de Jorge Andrade, lateral-esquerdo do Inter nos anos 60 e 70. Veja o que ele tem a dizer sobre as pretensões do novo torneio:
A competição sai?
Antes, precisamos definir questões como patrocinador e direitos de TV. Outro aspecto fundamental: a participação das federações e o apoio da CBF. Isso é indispensável. Do contrário, não vinga.
A liga é concorrente dos Estaduais?
Dá para conciliar.
Mas é concorrente?
Ninguém está satisfeito com o Estaduais assim como eles estão. A ideia é criar uma alternativa. De repente desencadear uma competição classificatória, operada pelas federações, disputada por clubes menores. O caminho é o diálogo. Algo bom para todos.
Não é mais jogo em um calendário já inchado?
Como te disse, clubes menores numa Pré Sul-Minas-RJ é uma ideia. Os grandes entrariam depois. As datas são negociáveis, entre janeiro e maio. Há muitos interesses envolvidos. Não queremos inchar o calendário, é claro, e sim melhorá-lo, a partir do exemplo europeu. O caminho é sentar e dialogar.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
- Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Foto: Wendell Ferreira/Agência RBS
O gaúcho Maurício Andrade, CEO do Coritiba, é o secretário da recém criada liga que pretende reunir RS, SC, PR, MG e RJ em um torneio ainda sem nome, no estilo da extinta Copa Sul-Minas, que fracassou em 2002 após três edições. Inter, Grêmio e outros 11 clubes topam disputá-lo.
Maurício é filho de Jorge Andrade, lateral-esquerdo do Inter nos anos 60 e 70. Veja o que ele tem a dizer sobre as pretensões do novo torneio:
A competição sai?
Antes, precisamos definir questões como patrocinador e direitos de TV. Outro aspecto fundamental: a participação das federações e o apoio da CBF. Isso é indispensável. Do contrário, não vinga.
A liga é concorrente dos Estaduais?
Dá para conciliar.
Mas é concorrente?
Ninguém está satisfeito com o Estaduais assim como eles estão. A ideia é criar uma alternativa. De repente desencadear uma competição classificatória, operada pelas federações, disputada por clubes menores. O caminho é o diálogo. Algo bom para todos.
Não é mais jogo em um calendário já inchado?
Como te disse, clubes menores numa Pré Sul-Minas-RJ é uma ideia. Os grandes entrariam depois. As datas são negociáveis, entre janeiro e maio. Há muitos interesses envolvidos. Não queremos inchar o calendário, é claro, e sim melhorá-lo, a partir do exemplo europeu. O caminho é sentar e dialogar.
VEJA TAMBÉM
- Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
- Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
- Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa

Comentários
Enviar Comentário
Aplicativo Gremio Avalanche
Leia também
Grêmio avalia liberar Amuzu para amistoso fora da Data FIFA
Luís Castro abre espaço para jovens em jogo decisivo
Arthur perto de voltar, mas situação contratual preocupa
Mistério no Grêmio: Luís Castro prepara mudança para duelo decisivo
DUELO NA COPA! Grêmio se prepara para decisão contra o Confiança na Copa do Brasil
Dificuldades táticas do Grêmio geram urgência por reavaliação na sequência da temporada
Grêmio vira vitrine mundial com jogadores na pré-lista da Copa
Grêmio recebe definição surpreendente sobre Villasanti na Copa do Mundo
Tricolor amarga sequência de seis jogos sem gols e afunda na crise ofensiva do Brasileirão
Sondagens do exterior agitam futuro de Tiaguinho no Grêmio
O Imortal está em coma: o Grêmio perdeu a identidade do próprio Grêmio
Grêmio mexe no tabuleiro e tenta Arboleda em negociação polêmica
Grêmio arma jogada ousada e mira Arboleda em troca surpreendente com o São Paulo