A ida do Caballo para o New York Red Bulls, dos Estados Unidos, está perto de acontecer, mas a negociação teve uma significativa mudança com relação ao que foi falado inicialmente. O meia está sendo emprestado, por um ano, para o time americano e só depois poderá ser comprado. Pelo empréstimo, o Grêmio ganhará cerca de 400 mil dólares (R$ 2,1 milhões). Daqui uma temporada, o New York tem uma cláusula de compra de 5 milhões de dólares (R$ 25 milhões). Segundo me garantiram no Grêmio, essa cláusula de compra é opcional, não é obrigatória. Porém, eu já ouvi que os clubes americanos não fazem negócio para não comprar. Eles sempre fazem com cláusulas já pensando na compra futura. Foi assim com o atacante Elias, que foi para o mesmo clube, inclusive, e até o zagueiro Rodrigues, que saiu para os EUA também. Fora isso, colegas bem informados do site, “Território MLS”, informam que Carballo está indo como “jogador designado”, que é aquele cara que ganha um salário maior que os demais e já tem acordos para ficar pelo menos três anos lá. Por tudo isso, a tendência é que esse negócio seja um empréstimo, com compra no final. Tudo caminha para isso. O Grêmio recebe a grana parceladamente, mas principalmente consegue liberar o Carballo, que claramente não conseguiu jogar aqui.
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