Depois de considerável trabalho de unificação dos interesses das diferentes representações políticas, o Conselho Deliberativo aprovou quatro alterações no estatuto do Grêmio. Em entrevista à Rádio Guaíba, nesta terça-feira, o presidente do Conselho, Milton Camargo, explicou a principal mudança, com a extenção do mandato de presidente para três anos.
De acordo com ele, ainda deverá ser realizada uma assembleia em setembro para que o associado do clube retifique as mudanças aprovadas pelo conselho. Ele salientou que a mudança de regras não vale para o atual mandato do presidente Romildo Bolzan Júnior. "Ele poderá a concorrer à releição por mais um mandato de três anos, mas o atual permanecerá em dois", comentou Camargo. "A partir daí, o máximo que um dirigente permanecerá no cargo é seis anos", detalhou.
Segundo o presidente do conselho, a mudança atende às propostas da lei do Profut, para profissionalizar a gestão dos clubes. "A lei permite mandato de quatro anos com uma reeleição. Decidimos por uma solução intermediária", explicou. "Com três anos é possível estabelecer um projeto a longo prazo para desenvolver as propostas", avaliou.
Entre as demais mudanças está a redução da cláusula de barreira para as chapas de conselheiros de 20% para 15%. A troca do cargo de “conselheiro jubilado” para “conselheiro nato”, com direito a voto, não obteve os votos para a aprovação.
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De acordo com ele, ainda deverá ser realizada uma assembleia em setembro para que o associado do clube retifique as mudanças aprovadas pelo conselho. Ele salientou que a mudança de regras não vale para o atual mandato do presidente Romildo Bolzan Júnior. "Ele poderá a concorrer à releição por mais um mandato de três anos, mas o atual permanecerá em dois", comentou Camargo. "A partir daí, o máximo que um dirigente permanecerá no cargo é seis anos", detalhou.
Segundo o presidente do conselho, a mudança atende às propostas da lei do Profut, para profissionalizar a gestão dos clubes. "A lei permite mandato de quatro anos com uma reeleição. Decidimos por uma solução intermediária", explicou. "Com três anos é possível estabelecer um projeto a longo prazo para desenvolver as propostas", avaliou.
Entre as demais mudanças está a redução da cláusula de barreira para as chapas de conselheiros de 20% para 15%. A troca do cargo de “conselheiro jubilado” para “conselheiro nato”, com direito a voto, não obteve os votos para a aprovação.
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