A comissão médica e a diretoria de competições da CBF vão se reunir entre os dias 30 de setembro e 7 de outubro para definir o futuro dos jogos realizados às 11h de domingo. Os integrantes estão recolhendo dados, como os efeitos técnicos e físicos das partidas, além das temperaturas em cada jogo, para tomar a decisão com base científica, segundo revelou o presidente da comissão médica da CBF, Jorge Pagura. O horário agrada à maioria dos clubes e a média de público supera o restante dos jogos, a questão é que a tendência é o aumento das temperaturas, o que dificultaria a vida dos jogadores.
Por conta disso, o presidente da comissão médica da CBF contou que a parada técnica de três minutos nos dois tempos de partida do Brasileirão foi liberada nos jogos das 11h mesmo quando a temperatura não chega aos 28 graus, como prevê a Fifa. De acordo com Jorge Pagura, “a segurança dos jogadores vem em primeiro lugar”.
Um dos clubes que apoiam os jogos das 11h é o Santos. Tanto que o presidente do clube, Modesto Roma Jr., aproveitou a ida à sede da CBF ontem para pedir à diretoria de competições da entidade para jogar mais vezes neste horário. “Se os outros não querem jogar agora, eu quero. Enchemos a Vila Belmiro nos dois jogos nesse horário”, disse o dirigente, referindo-se às reclamações de Grêmio e Palmeiras, por exemplo.
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Um dos clubes que apoiam os jogos das 11h é o Santos. Tanto que o presidente do clube, Modesto Roma Jr., aproveitou a ida à sede da CBF ontem para pedir à diretoria de competições da entidade para jogar mais vezes neste horário. “Se os outros não querem jogar agora, eu quero. Enchemos a Vila Belmiro nos dois jogos nesse horário”, disse o dirigente, referindo-se às reclamações de Grêmio e Palmeiras, por exemplo.
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