Dinho ergue a taça da Libertadores durante a 'volta olímpica' deste domingo (Foto: Lucas Uebel/Grêmio)
Coube a Dinho marcar o gol que decretou o título da Libertadores de 1995, conquista que completa 20 anos neste domingo. O então volante tricolor, responsável pela cobrança do pênalti nos minutos finais do segundo jogo contra o Atlético Nacional, em Medellín, garante não ter pensado em outro desfecho que não o gol segundos antes de entrar para a história.
O Grêmio, no Olímpico, havia vencido o Atlético Nacional por 3 a 1 no jogo de ida. A volta, no Atanasio Girardot, começou com pressão do time colombiano, empurrado por mais de 50 mil torcedores, e gol de Aristizábal logo aos 12 minutos. Mais um gol e o título não seria tricolor. O Grêmio suportou o ímpeto rival, mostrou competência e, aos 41 minutos, chegou ao empate com Dinho, após pênalti sofrido por Alexandre Gaúcho.
– Só pensava em fazer o gol. Não pensava em outra coisa. Sabia que se não marcasse, a coisa iria ficar feia (risos). Fui para aquela bola com a certeza que marcaria. Batia pênaltis nos meus outros clubes, no São Paulo, no Sport...
Claro que tinha um nervosismo. Por mais experiente que você é, acaba tendo um nervosismo, mas, graças a Deus, eu fiz. Estava confiante – destacou o ex-volante.
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Coube a Dinho marcar o gol que decretou o título da Libertadores de 1995, conquista que completa 20 anos neste domingo. O então volante tricolor, responsável pela cobrança do pênalti nos minutos finais do segundo jogo contra o Atlético Nacional, em Medellín, garante não ter pensado em outro desfecho que não o gol segundos antes de entrar para a história.
O Grêmio, no Olímpico, havia vencido o Atlético Nacional por 3 a 1 no jogo de ida. A volta, no Atanasio Girardot, começou com pressão do time colombiano, empurrado por mais de 50 mil torcedores, e gol de Aristizábal logo aos 12 minutos. Mais um gol e o título não seria tricolor. O Grêmio suportou o ímpeto rival, mostrou competência e, aos 41 minutos, chegou ao empate com Dinho, após pênalti sofrido por Alexandre Gaúcho.
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Claro que tinha um nervosismo. Por mais experiente que você é, acaba tendo um nervosismo, mas, graças a Deus, eu fiz. Estava confiante – destacou o ex-volante.
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