A investigação da CPI do Futebol amplia-se para as federações estaduais filiadas à CBF, principalmente a FPF (Federação Paulista de Futebol), nicho de Marco Polo Del Nero. Além disso, já há um pedido para quebra de sigilo bancário e fiscal do vice-presidente da confederação José Maria Marin, preso na Suíça.
A apuração da comissão ainda está no início e por isso o objetivo é coletar o máximo de informações possíveis. Com esse intuito, o presidente da CPI, senador Romário (PSB), requisitou dados sobre processos nas Justiças Estaduais contra todas as federações.
No caso da Paulista, que era presidida por Del Nero, os requerimentos foram mais amplos. Além dos processo, foi pedido o contrato da Chevrolet com a FPF. A intenção é verificar a coincidência entre o fato de a GM, após a ascensão de Del Nero e Marin, ter se tornado parceira também da CBF. Há uma especial atenção aos intermediários do negócio.
Outro contrato de patrocínio da CBF que foi requisitado é com a Marfrig, fechado na época de Ricardo Teixeira e já rescindido em disputa que gerou processo judicial e que já foi tratado neste blog. Esses requerimentos serão apreciados na reunião desta quinta-feira da CPI.
Ao mesmo tempo, o senador Paulo Bauer (PSDB-SC), vice-presidente da CPI, requereu a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Marin. Esse pedido só deve ser apreciado na próxima semana porque há um prazo regimental para analisar sigilos.
Ao justificar o pedido, Bauer afirmou: “A presente medida se torna imprescindível para verificar o recebimento de recursos de origem ilegal e averiguar crimes de fraude e lavagem de dinheiro, entre outros crimes que possam ter ocorrido durante o mandato como presidente da CBF.'' Del Nero já teve seu sigilo bancário quebrado na semana passada pela CPI do Futebol.
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Outro contrato de patrocínio da CBF que foi requisitado é com a Marfrig, fechado na época de Ricardo Teixeira e já rescindido em disputa que gerou processo judicial e que já foi tratado neste blog. Esses requerimentos serão apreciados na reunião desta quinta-feira da CPI.
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Ao justificar o pedido, Bauer afirmou: “A presente medida se torna imprescindível para verificar o recebimento de recursos de origem ilegal e averiguar crimes de fraude e lavagem de dinheiro, entre outros crimes que possam ter ocorrido durante o mandato como presidente da CBF.'' Del Nero já teve seu sigilo bancário quebrado na semana passada pela CPI do Futebol.
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