Brasileirão pode ser paralisado devido a tragédia no Rio Grande do Sul


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Brasileirão pode ser paralisado devido a tragédia no Rio Grande do Sul

O Brasileirão vai ser paralisado? Esse é o tema central da competição em meio aos jogos que acontecem após a tragédia envolvendo o Rio Grande do Sul nos últimos dias. Apesar de mais da metade dos clubes serem a favor de uma pausa na competição, as partidas continuam acontecendo. O ESPN.com.br explica o porquê e quais os próximos passos até que se chegue a uma resolução. O ponto de partida para a discussão é o seguinte: qualquer paralisação a ser feita pela CBF só pode ser oficializada a partir de um Conselho Técnico envolvendo os participantes do Brasileirão. E esse encontro tem data marcada: 27 de maio. A entidade que comanda o futebol no país convidou todos os clubes a estarem presencialmente em sua sede, localizada no Rio de Janeiro, para que aconteça uma reunião para decidir os próximos passos do Brasileirão.

Posicionamentos oficiais, sejam eles a favor ou contra à paralisação, acontecem para pressionar a CBF e não tem poder decisivo até a reunião. A ESPN apurou que a entidade evitou tomar qualquer decisão antes do Conselho Técnico com receio de ações jurídicas daqueles que são contra a paralisação. O que é necessário para que aconteça a paralisação? A definição para a paralisação ou não do Brasileirão acontecerá por meio de uma votação. Os 20 clubes vão expressar suas opiniões durante o Conselho Técnico. Para que aconteça uma definição, a 'maioria simples' em uma votação resolve. Ou seja, 11 votos são necessários para que a CBF acate o que for definido.

No entanto, na visão da CBF, qualquer decisão também tem que levar em conta todas as séries do futebol brasileiro. Ou seja, a maioria dos votos da primeira divisão poderia resolver a divisão principal, mas não significa que resolveria a situação de outras séries. Por ora, a entidade defende que somente uma decisão que tenha adesão de todas as divisões de masculino e feminino para paralisar o futebol faria sentido. A CBF não cogita parar uma divisão e manter outras. Vale lembrar que somente a Liga Forte União, representada por 11 clubes da primeira divisão, já é suficiente para que se chegue a um cenário necessário para uma posição.

Quem é a favor, contra e quem ainda não se posicionou? A ESPN procurou todos os times nos últimos dias e questionou quem era contra ou a favor da paralisação. Até o fechamento desta matéria, a reportagem ainda não obteve todas as respostas. Veja abaixo o cenário. A favor da paralisação: Atlético-MG Atlético-GO Athletico-PR Criciúma Cruzeiro Cuiabá Grêmio Juventude Fluminense Fortaleza Botafogo Internacional Vasco da Gama Sem posicionamento: Bahia Corinthians (Libra) Red Bull Bragantino São Paulo Vitória Contra a paralisação: Flamengo Palmeiras



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