O Grêmio volta a campo nesta noite depois de um final de semana cheio de polêmica na quarta rodada do Brasileirão. Enquanto a direção leva adiante as reclamações contra a arbitragem, a comissão técnica tenta "tirar os jogadores das cordas" de 10 jogos em um mês para estrear com uma vitória na Copa do Brasil. Com últimos dias conturbados, o desgaste tem sido citado como vilão. O Tricolor tem sofrido com a consequência de disputar todas as competições: o apertado calendário do futebol brasileiro. É bom que se diga que muitos adversários têm o mesmo cenário. Peças importantes como Pavon, Mayk e Reinaldo não estão à disposição, machucados. Entre o dia 27 de março, jogo de volta da semifinal do Gauchão, e 26 de abril, derrota para o Bahia no último sábado, foram 10 jogos disputados. Três compromissos pelo Gauchão, todos decisivos, três pela Libertadores e quatro pelo Brasileirão.
O reflexo da maratona de compromissos do Grêmio é a mudança nas escalações. Manter os mesmos jogadores se torna impossível do ponto de vista físico, conforme relato do técnico Renato Portaluppi. A após revisar no VAR, o pênalti não foi assinalado. Três dias depois da polêmica partida contra o Bahia, o time de Renato visita o Operário-PR nesta noite, às 20h, no estádio Germano Krüger, pelo duelo de ida da Copa do Brasil.
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