Vegetti expõe investida do Grêmio e gratidão eterna ao Vasco

Identificação e gratidão ao Vasco: uma relação sólida e emocionante com o clube.


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Vegetti expõe investida do Grêmio e gratidão eterna ao Vasco

Gratidão. Essa é a palavra que Vegetti usa para se referir ao Vasco , clube com o qual teve identificação imediata, foi abraçado pelo torcedor e jamais pensou em sair.

Em entrevista exclusiva à ESPN , o "Pirata" revelou detalhes da sondagem do Grêmio no final de 2023. No entanto, a "dívida eterna" com o Cruzmaltino foi mais forte para o argentino não pensar duas vezes em renovar o contrato.

"Aconteceu no fim da temporada, mas não foi mais do que sondagem. O Vasco faz um reconhecimento grande ao meu trabalho e eu estou muito agradecido. Me trataram bem desde o primeiro dia. Vou sempre estar em dívida com o Vasco. Meu trabalho é fazer o melhor dentro do campo para poder retribuir a confiança".

Foi justamente contra o Grêmio, adversário deste domingo (14) pela estreia do Brasileirão, que Vegetti marcou o primeiro dos 16 gols que tem com a camisa cruzmaltina.

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E o artilheiro deseja repetir o feito diante do Imortal. "Desejo que se repita. Isso foi passado, já aconteceu. A gente tem que pensar no presente e no futuro perto. Isso que faz crescer. Vai ser difícil, eles conquistaram o Gaúcho, tem a base do ano passado, a mesma comissão. Mas nós somos fortes em São Januário. Não tenho dúvidas que faremos um grande jogo".

Veja abaixo outras respostas de Vegetti em exclusiva à ESPN: Já conhecia o Rio? O que gosta de fazer fora de campo?

Já conhecia o Vasco? "Conhecia o Vasco. Nos últimos tempos o Vasco não vem bem, o time vinha sofrendo, passando maus momentos, rebaixamentos. Vasco é muito grande. Quando chego, me dei conta que era muito maior que conhecia. Responsabilidade maior e trabalhar muito mais para corresponder à torcida, para colocar o Vasco nos primeiros planos. Tem que ficar em primeiro, jogar copas internacionais. Hoje somos os encarregados disso".

Fundamental para a permanência na Série A em 2023 "Eu falei ontem que, quando chego aqui, não senti essa pressão. Vim com outros ares, ter uma mudança na vida profissional. Cheguei aqui com outras energias, isso fez a gente subir. Fui algo muito importante (seguir na primeira). Nos últimos jogos sentimos a pressão, mas cumprimos o objetivo".

Como foi cair tão rápido nas graças da torcida? "Muito bom quando um centroavante chega tão fácil, faz gol no primeiro jogo, dá a primeira vitória depois de muito tempo. Foi muito bom para a confiança. Tenho muita experiência e sei como lidar com isso. Em qualquer clube vão pedir gols, porque centroavante vive de gols. Fico tranquilo e trabalho".

"Carinho é muito grande. Fiquei muito surpreso. No Belgrano , onde estava, era muito popular, de muita gente. Vim para cá e buscava tranquilidade. Cheguei aqui, vi o que era o Vasco e fiquei muito surpreendido. O carinho é incrível. A responsabilidade também".

Não fez base. Futebol era outra opção na vida? "Futebol sempre foi a primeira opção.

Acho que algumas pessoas chegam mais cedo, outras nem tanto. Sempre foi primeira opção, mas as coisas seguiram de forma diferente. Mas me encontrou com a cabeça mais tranquila no momento justo para tomar a decisão".

"Fiz base, mas não de forma continuada. Fazia base, deixava. Mas sempre jogava na minha cidade, em outra cidade. Muitos jogadores sem base chegam ao profissional. Não fiz base, mas digo que tenho mérito dobrado".

"Assinei aos 20 anos (primeiro contrato profissional). Villa San Carlos, da terceira divisão. Me conheciam, já tinham me dirigido. Fizemos um grande ano, levamos o time à segunda divisão. Depois daí minha carreira continuou".

Relacionado À ESPN, Vegetti coloca meta ousada para o Vasco em 2024 e revela acidente que quase o fez largar o futebol 4d Roberta Barroso, com redação do ESPN.com.br Torcida ficou apreensiva com a eliminação no Carioca

"Torcida sempre vai exigir o máximo, quer que o Vasco saia campeão. Temos que entender isso, mas não é fácil. Estamos jogando um torneio muito difícil, não é qualquer que pode jogar o Brasileirão. Pedimos paciência nos momentos ruins, no campo vamos responder. Vamos ter um bom ano, ser felizes. Entendemos a pressão, Vasco é muito grande, vem de momentos sofridos. Temos que por a cara, ter coragem e personalidade e experiência para enfrentar o momento e a exigência do Vasco".

Como elenco lidou com a lesão do Payet? "Payet é muito importante, mostrou ano passado.

Voltou com uma forma muito boa, comprometido, é uma boa pessoa. Vamos sentir falta. Mas temos que fazer o melhor. A gente sabe que vai ter saudade, porque é um jogador de muita hierarquia que nos deu muita coisa".

Rivalidade com o Flamengo e 'confusão' com Fabrício Bruno em clássico

" Flamengo (maior rivalidade no Rio de Janeiro). Clássico muito lindo de jogar. Ano passado e esse ano com os clássicos fomos bem, fizemos bons jogos, estamos preparados para enfrentar esse rival".

"São coisas que acontecem e ficam. Ele (Fabrício Bruno) defende até a morte seu clube, eu defendo o meu. Eles querem ganhar, nós também, sempre com respeito. Somos colegas, fica tudo no campo. Moramos no mesmo condomínio. Nesse mesmo dia nos cruzamos, nos falamos, grande jogador, está na seleção brasileira . A gente tem muito respeito pelos colegas".

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Pablo Vegetti comemorando gol pelo Vasco em São Januário Leandro Amorim/Vasco Comemoração do pirata: de onde surgiu e filho ama

"A comemoração aconteceu no primeiro jogo contra o Grêmio . Eu fazia no Belgrano. Como não consegui me despedir da torcida em campo, quando fiz o primeiro gol, que foi muito rápido, foi uma forma de me despedir deles. Me representa, tem o mascote do Vasco, pegou na torcida. Desejo que façamos muitos piratas".

"A criançada adorou, meu filho fica o tempo assim. Desejo que possamos fazer mais piratas. Ele está muito feliz no Brasil. Nos tratam muito bem em casa, fora de casa, na escola. Minha esposa também. Tem a rivalidade entre Brasil e Argentina, mas a verdade é que estou muito feliz aqui, de verdade".

"Meu filho canta a que cantam para mim: 'Uh, terror, o Vegetti é matador'. Essa o meu filho canta o tempo todo. Ele gosta muito das canções da torcida. Canta 'Vasco, Vasco'. As do Belgrano ele cantava sempre também. O idioma é difícil entender, eu fico concentrado no campo, então é difícil acompanhar. Mas as canções são lindas, a torcida é efusiva, passional. Vamos a outros estados e os estádios lotados. É incrível".

Próximos jogos do Vasco: Grêmio (C): 13/04, a definir - Brasileirão Red Bull Bragantino (F): 17/04, a definir - Brasileirão Fluminense (F): 20/04, a definir - Brasileirão



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