Após a euforia do título do Gauchão, o Grêmio recebeu um duro golpe ao ser derrotado por 2 a 0 pelo Huachipato, na Arena, pela Libertadores. Os dois gols sofridos, embora pudesse haver respostas melhores do goleiro Marchesín, expuseram falhas recorrentes na defesa Tricolor. O Huachipato, conhecido por sua eficácia nos cruzamentos, explorou essa tática para marcar seus gols. Não à toa, seu tento inicial contra o Estudiantes também veio dessa forma. No embate com o Tricolor, a equipe chilena se mostrou incansável nesse aspecto, registrando uma média de 5,7 cruzamentos por jogo no atual Campeonato Chileno.
O Tricolor estava bem preparado para neutralizar esses cruzamentos, porém, o problema emergiu nos rebotes. No primeiro gol, Mayk e Rodrigo Ely conseguiram afastar a bola, mas o posicionamento defensivo vacilou, permitindo a Felipe Loyola uma finalização precisa. Já no segundo gol, um arremesso lateral resultou em um rebote fatal. O Grêmio conseguiu marcar bem a bola cruzada, mas falhou ao não acompanhar o posicionamento de Gonzalo Montes, que encontrou espaço para um chute certeiro. É essencial destacar que o lateral-esquerdo Mayk e o zagueiro Du Queiroz, embora tenham suas responsabilidades, foram vítimas de falhas coletivas.
Esses erros individuais e coletivos custaram caro ao Grêmio, evidenciando a importância de um ajuste tático e uma postura mais atenta em futuras partidas.
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