O sapeca iá iá aplicado pelo Grêmio no Internacional é um bom motivo de reflexão para a diretoria do Internacional e motivo de reflexão também para a direção do Grêmio. Esqueça a folga do placar, que pode ser considerada uma exceção em confrontos deste tamanho, e olhe como os dois clubes tem se comportado ao longo do Campeonato Brasileiro. Quando escolheu o Roger Machado para substituir o vitorioso e consagrado Luiz Felipe Scolari, o Grêmio sinalizou o que pretendia. Saiu um nome de peso e entrou um profissional em busca de afirmação, mas devidamente identificado com o clube. A isso podemos chamar de plano de trabalho.
Com o Internacional acontece o contrário. Noves fora um elenco que incha a folha salarial e pode levar o jogo a acabar por falta de bola - quer dizer de caixa -, o clube não define muito bem o que quer para dar plantão à beira do campo. A demissão do Diego Aguirre provavelmente foi o resultado de uma idéia “iluminada” para sacudir o grupo. Especialmente por se estar às vésperas de um Gre-Nal. Jogador de futebol é desconfiado por natureza e reticente, sempre de forma implícita, a ações que não carregam uma definição sobre o que se pretende fazer. O afastamento de Aguirre é um desses episódios. Bem intencionado, o presidente do Internacional deve fazer uma reflexão sobre o que o levou a tomar atitude tão definitiva sem ter alternativa para a questão.
Jogão
Não fosse pelo sapeca que o Grêmio deu no Internacional e o posto de jogo mais comentado da rodada ficaria com Atlético Paranaense x Sport. São dois times, treinados por promissores técnicos, que mostram trabalhos a serem observados. A cada rodada, os dois times mostram confiança, algo fundamental na vida e essencial numa atividade esportiva como o futebol. Não tenho idéia do que poderá acontecer com Atlético Paranaense e Sport no Campeonato, mas o realizado até agora e com o que acenam é possível imaginar que ainda vem mais coisa boa por aí.
Botafogo
De tática, o Ricardo Gomes entende. De perseverança e confiança também. Pois será neste ponto que ele terá condições de contribuir para que o Botafogo tenha outra fisionomia dentro da Série B do Campeonato Brasileiro. Há tempos, o maior problema do Botafogo não é apenas de elenco. Seja quem for o técnico e o time é possível perceber que a falta de confiança é latente. Sempre inseguro e assustado, o que assina a súmula para defender o time é um poço de insegurança. A tarefa de Ricardo Gomes será muito mais nesse sentido do que estabelecer uma formação tática para o time. Não deixa de ser uma sorte para o clube ter contratado um profissional que de superação entende.
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Com o Internacional acontece o contrário. Noves fora um elenco que incha a folha salarial e pode levar o jogo a acabar por falta de bola - quer dizer de caixa -, o clube não define muito bem o que quer para dar plantão à beira do campo. A demissão do Diego Aguirre provavelmente foi o resultado de uma idéia “iluminada” para sacudir o grupo. Especialmente por se estar às vésperas de um Gre-Nal. Jogador de futebol é desconfiado por natureza e reticente, sempre de forma implícita, a ações que não carregam uma definição sobre o que se pretende fazer. O afastamento de Aguirre é um desses episódios. Bem intencionado, o presidente do Internacional deve fazer uma reflexão sobre o que o levou a tomar atitude tão definitiva sem ter alternativa para a questão.
Jogão
Não fosse pelo sapeca que o Grêmio deu no Internacional e o posto de jogo mais comentado da rodada ficaria com Atlético Paranaense x Sport. São dois times, treinados por promissores técnicos, que mostram trabalhos a serem observados. A cada rodada, os dois times mostram confiança, algo fundamental na vida e essencial numa atividade esportiva como o futebol. Não tenho idéia do que poderá acontecer com Atlético Paranaense e Sport no Campeonato, mas o realizado até agora e com o que acenam é possível imaginar que ainda vem mais coisa boa por aí.
Botafogo
De tática, o Ricardo Gomes entende. De perseverança e confiança também. Pois será neste ponto que ele terá condições de contribuir para que o Botafogo tenha outra fisionomia dentro da Série B do Campeonato Brasileiro. Há tempos, o maior problema do Botafogo não é apenas de elenco. Seja quem for o técnico e o time é possível perceber que a falta de confiança é latente. Sempre inseguro e assustado, o que assina a súmula para defender o time é um poço de insegurança. A tarefa de Ricardo Gomes será muito mais nesse sentido do que estabelecer uma formação tática para o time. Não deixa de ser uma sorte para o clube ter contratado um profissional que de superação entende.
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Aplicativo Gremio Avalanche
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