Gre-Nal de gols perdidos (Foto: Editoria de Arte)
Normalmente equilibrado, o Gre-Nal oferece poucas chances de gol. Ou seja, para suplantar o maior rival, mais do que se impor tática e tecnicamente, é preciso "acertar a casinha". Algo que não vem ocorrendo em Grêmio e Inter, sobretudo nas duas últimas rodadas, marcadas por desperdício de oportunidades e, consequentemente, de pontos. O clássico das 18h30 do próximo domingo, portanto, surge como a chance de redenção, para colocar o pé na forma.
É verdade que não falta poder de criação. Mas no momento final, de enfim balançar as redes, o aproveitamento se torna abaixo do esperado. Algo provado na derrota do Grêmio para o Fluminense, quando Pedro Rocha perdeu uma chance clara, praticamente na pequena área, na frente de Diego Cavalieri, ou quando Eduardo Sasha pegou forte na bola, mas viu o chute rebater no travessão diante da Chapecoense. No mesmo jogo, Valdívia desperdiçou chance clara.
Hoje, o Inter conta com 160 finalizações no Brasileirão, enquanto o Tricolor tem 197, de acordo com levantamento do GloboEsporte.com. São 60 chances claras coloradas, o que dá uma média de 12 chutes para marcar um gol. Do lado do Grêmio, são 91 oportunidades na competição, ou um tento a quase 10 finalizações.
O comparativo mostra como a dupla fica bem atrás do Atlético-MG, líder do Brasileirão, no quesito pontaria. Além de ser o time que mais finaliza (229 vezes), tem o ataque mais positivo (32 gols). Isso gera uma média de 7,15 chutes para marcar.
Sexto melhor ataque, mas joia em jejum
No geral, o problema do Grêmio é menos grave, até porque sustenta o sexto melhor ataque, com 20 gols. O jovem Pedro Rocha é o artilheiro da equipe na competição, com quatro gols - foi ele quem marcou o último gol gremista na competição, no empate em 1 a 1 com o Sport, mais uma partida que poderia ter sido definida ainda na etapa inicial se não fosse o desperdício.
No entanto, Luan e Giuliano, que decidiam para o Tricolor no início do Brasileirão, estão respectivamente há 801 e 752 minutos sem balançar as redes. Como fator “novo”, o clube contratou o centroavante Bobô que deverá ser relacionado para o clássico. O jogador chegou ao clube, aliás, como esperança de melhorar a média de gols.
Média inferior a um gol e ataque de Z-4
Pelo lado colorado, registra-se um movimento oposto. A seca ofensiva individual é bem reduzida. Valdívia, Sasha e Lisandro estão, respectivamente, há 299, 133 e 197 minutos sem marcar no Colorado. Vitinho e Nilmar acumulam três gols, cada – o segundo deixou o Inter nesta semana, enquanto o primeiro não é titular.
Isso também se explica pelo rodízio que o demitido Aguirre promovia durante a Libertadores, o que diminuía a frequência do time considerado titular no Brasileirão. Todavia, o time, no geral, marca poucos gols. São apenas 13 em 16 jogos, ou seja, média abaixo de um gol por partida. O Colorado ocupa o Z-4 no quesito tentos anotados, em 17º, à frente apenas de Joinville, Coritiba e Vasco, que estão na zona de rebaixamento por pontos.
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É verdade que não falta poder de criação. Mas no momento final, de enfim balançar as redes, o aproveitamento se torna abaixo do esperado. Algo provado na derrota do Grêmio para o Fluminense, quando Pedro Rocha perdeu uma chance clara, praticamente na pequena área, na frente de Diego Cavalieri, ou quando Eduardo Sasha pegou forte na bola, mas viu o chute rebater no travessão diante da Chapecoense. No mesmo jogo, Valdívia desperdiçou chance clara.
Hoje, o Inter conta com 160 finalizações no Brasileirão, enquanto o Tricolor tem 197, de acordo com levantamento do GloboEsporte.com. São 60 chances claras coloradas, o que dá uma média de 12 chutes para marcar um gol. Do lado do Grêmio, são 91 oportunidades na competição, ou um tento a quase 10 finalizações.
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Sexto melhor ataque, mas joia em jejumNo geral, o problema do Grêmio é menos grave, até porque sustenta o sexto melhor ataque, com 20 gols. O jovem Pedro Rocha é o artilheiro da equipe na competição, com quatro gols - foi ele quem marcou o último gol gremista na competição, no empate em 1 a 1 com o Sport, mais uma partida que poderia ter sido definida ainda na etapa inicial se não fosse o desperdício.
No entanto, Luan e Giuliano, que decidiam para o Tricolor no início do Brasileirão, estão respectivamente há 801 e 752 minutos sem balançar as redes. Como fator “novo”, o clube contratou o centroavante Bobô que deverá ser relacionado para o clássico. O jogador chegou ao clube, aliás, como esperança de melhorar a média de gols.
Média inferior a um gol e ataque de Z-4Pelo lado colorado, registra-se um movimento oposto. A seca ofensiva individual é bem reduzida. Valdívia, Sasha e Lisandro estão, respectivamente, há 299, 133 e 197 minutos sem marcar no Colorado. Vitinho e Nilmar acumulam três gols, cada – o segundo deixou o Inter nesta semana, enquanto o primeiro não é titular.
Isso também se explica pelo rodízio que o demitido Aguirre promovia durante a Libertadores, o que diminuía a frequência do time considerado titular no Brasileirão. Todavia, o time, no geral, marca poucos gols. São apenas 13 em 16 jogos, ou seja, média abaixo de um gol por partida. O Colorado ocupa o Z-4 no quesito tentos anotados, em 17º, à frente apenas de Joinville, Coritiba e Vasco, que estão na zona de rebaixamento por pontos.
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