Roger como interino em Gre-Nal de 2012 (Foto: Lucas Uebel/Grêmio, Divulgação)
A demissão de Diego Aguirre no Inter estremeceu o ambiente que vinha sendo até estranhamente tranquilo antes do clássico Gre-Nal de domingo, às 18h30, na Arena. Com a saída do uruguaio, o Colorado terá um interino no comando, embora mantenha um trabalho forte nos bastidores para fechar a contratação de um novo treinador. No outro lado, que vive calmaria na preparação, há um exemplo que serve de alento e alerta.
O hoje técnico do Grêmio, Roger, já treinou em clássico. Em três oportunidades, esteve no banco de reservas durante um Gre-Nal. Em uma delas, foi interino, como será Odair Hellmann no Inter. Nas quartas de final do Gauchão de 2012, no dia 22 de fevereiro, venceu por 2 a 1 e eliminou o rival dentro do Beira-Rio, após a demissão de Caio Jr, enquanto o então novo contrato Vanderlei Luxemburgo assistia nos camarotes.
O cenário de três anos atrás torna-se, portanto, exemplo para o Inter de que um auxiliar no comando pode não ser a pior das ideias. E um alerta para o Grêmio de que um interino não quer dizer facilidade pela frente.
- Eu assumi três dias antes do clássico, fiz duas ou três atividades com os jogadores. Todo momento em que há uma troca, ou que um profissional do clube assume, é porque saiu o comandante anterior e há um momento de instabilidade circunstancial.
Dentro do grupo de trabalho, pode acarretar numa responsabilidade maior e uma motivação maior para conquistar a vitória no clássico. Não é um jogo comum, mesmo que valha três pontos. É uma situação diferente. Mas, para mim, naquele momento como profissional era oportunidade de poder mostrar para o torcedor que, como profissional do clube, me sentia capaz de estar a frente da equipe principal. Tenho certeza de que para o Odair é uma oportunidade parecida - explicou Roger;
- Conheço o Roger e o admiro muito. É uma grande epessoa, um profissional qualificado e terá uma carreira brilhante. já tá iniciando fazendo um grande trrabalho. As histórias são um pouco parecidas. Ele fez a faculdade. Eu fui para a ciências, as avalições técnicas, juvenis.
Em 2012, ele assumiu dias antes do Gre-Nal. Espero que o resultado para nós seja o mesmo que ele teve daquela vez - completa Odair.
Odair Hellmann tem a missão de repetir a história de Roger pelo Inter (Foto: Inter / DVG)
O assunto é tratado com a mesma solenidade pelos jogadores. Reserva naquela partida de 2012, Marcelo Grohe sabe que é possível um interino surpreender. E pretende usar a vitória do passado como alerta para não sair da Arena com gosto amargo.
- A gente teve um episódio em 2012, que o Roger foi nosso treinador. Na saída do Caio Jr., o Roger assumiu, desclassificamos o Inter no Beira-Rio. Então, a troca de treinador sempre traz uma situação nova para os jogadores. Talvez quem não estivesse sendo aproveitado crie esperança. Mas vai ser difícil independentemente disso. Com interino, com novo, clássico é sempre um jogo difícil.
Com Aguirre ou sem Aguirre, vai ter motivação. A motivação do Gre-Nal já existe, não é por treinador novo ou não. Já traz motivação aos jogadores jogar um grande clássico - comentou o goleiro Marcelo Grohe, em entrevista coletiva.
Nada, porém, que influencie no respeito que será dado aos colorados pelo lado tricolor. O próprio goleiro lembra que demissões com o andamento das competições é algo intrínseco ao futebol brasileiro.
Uma cultura criada e que todos no meio já estão acostumados.
Do outro lado, o discurso é de suporte a Odair. Uma das lideranças do elenco, o zagueiro Juan afirmou que o auxiliar conhece profundamente o grupo de jogadores, talvez até mais que o ex-técnico Diego Aguirre.
- Odair talvez conheça melhor que o Diego o grupo. O jogador não precisa ser contra ou favor. Somos empregados e precisamos acatar.
Fora do campo não determinamos nada. Não jogamos pelo treinador, e sim por um clube e uma torcida imensa. Não há racha, nada - comentou o zagueiro Juan, uma das lideranças do vestiário colorado.
Assim, o episódio de três anos atrás envolvendo o técnico Roger serve como um exemplo positivo para colorados e um alerta para gremistas. Tricolor e Colorado estão em fase final de preparação, com Grohe e Giuliano confirmados no clássico e mistério total no lado do Beira-Rio. O duelo começa às 18h30 de domingo, válido pela 17ª rodada do Brasileirão.
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A demissão de Diego Aguirre no Inter estremeceu o ambiente que vinha sendo até estranhamente tranquilo antes do clássico Gre-Nal de domingo, às 18h30, na Arena. Com a saída do uruguaio, o Colorado terá um interino no comando, embora mantenha um trabalho forte nos bastidores para fechar a contratação de um novo treinador. No outro lado, que vive calmaria na preparação, há um exemplo que serve de alento e alerta.
O hoje técnico do Grêmio, Roger, já treinou em clássico. Em três oportunidades, esteve no banco de reservas durante um Gre-Nal. Em uma delas, foi interino, como será Odair Hellmann no Inter. Nas quartas de final do Gauchão de 2012, no dia 22 de fevereiro, venceu por 2 a 1 e eliminou o rival dentro do Beira-Rio, após a demissão de Caio Jr, enquanto o então novo contrato Vanderlei Luxemburgo assistia nos camarotes.
O cenário de três anos atrás torna-se, portanto, exemplo para o Inter de que um auxiliar no comando pode não ser a pior das ideias. E um alerta para o Grêmio de que um interino não quer dizer facilidade pela frente.
- Eu assumi três dias antes do clássico, fiz duas ou três atividades com os jogadores. Todo momento em que há uma troca, ou que um profissional do clube assume, é porque saiu o comandante anterior e há um momento de instabilidade circunstancial.
Dentro do grupo de trabalho, pode acarretar numa responsabilidade maior e uma motivação maior para conquistar a vitória no clássico. Não é um jogo comum, mesmo que valha três pontos. É uma situação diferente. Mas, para mim, naquele momento como profissional era oportunidade de poder mostrar para o torcedor que, como profissional do clube, me sentia capaz de estar a frente da equipe principal. Tenho certeza de que para o Odair é uma oportunidade parecida - explicou Roger;
- Conheço o Roger e o admiro muito. É uma grande epessoa, um profissional qualificado e terá uma carreira brilhante. já tá iniciando fazendo um grande trrabalho. As histórias são um pouco parecidas. Ele fez a faculdade. Eu fui para a ciências, as avalições técnicas, juvenis.
Em 2012, ele assumiu dias antes do Gre-Nal. Espero que o resultado para nós seja o mesmo que ele teve daquela vez - completa Odair.
Odair Hellmann tem a missão de repetir a história de Roger pelo Inter (Foto: Inter / DVG)O assunto é tratado com a mesma solenidade pelos jogadores. Reserva naquela partida de 2012, Marcelo Grohe sabe que é possível um interino surpreender. E pretende usar a vitória do passado como alerta para não sair da Arena com gosto amargo.
- A gente teve um episódio em 2012, que o Roger foi nosso treinador. Na saída do Caio Jr., o Roger assumiu, desclassificamos o Inter no Beira-Rio. Então, a troca de treinador sempre traz uma situação nova para os jogadores. Talvez quem não estivesse sendo aproveitado crie esperança. Mas vai ser difícil independentemente disso. Com interino, com novo, clássico é sempre um jogo difícil.
Com Aguirre ou sem Aguirre, vai ter motivação. A motivação do Gre-Nal já existe, não é por treinador novo ou não. Já traz motivação aos jogadores jogar um grande clássico - comentou o goleiro Marcelo Grohe, em entrevista coletiva.
Nada, porém, que influencie no respeito que será dado aos colorados pelo lado tricolor. O próprio goleiro lembra que demissões com o andamento das competições é algo intrínseco ao futebol brasileiro.
Uma cultura criada e que todos no meio já estão acostumados.
Do outro lado, o discurso é de suporte a Odair. Uma das lideranças do elenco, o zagueiro Juan afirmou que o auxiliar conhece profundamente o grupo de jogadores, talvez até mais que o ex-técnico Diego Aguirre.
- Odair talvez conheça melhor que o Diego o grupo. O jogador não precisa ser contra ou favor. Somos empregados e precisamos acatar.
Fora do campo não determinamos nada. Não jogamos pelo treinador, e sim por um clube e uma torcida imensa. Não há racha, nada - comentou o zagueiro Juan, uma das lideranças do vestiário colorado.
Assim, o episódio de três anos atrás envolvendo o técnico Roger serve como um exemplo positivo para colorados e um alerta para gremistas. Tricolor e Colorado estão em fase final de preparação, com Grohe e Giuliano confirmados no clássico e mistério total no lado do Beira-Rio. O duelo começa às 18h30 de domingo, válido pela 17ª rodada do Brasileirão.
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