Queda de Aguirre coloca o Grêmio como favorito do clássico
Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Não sei ainda avaliar a repercussão e o efeito no Gre-Nal da saída do técnico colorado Diego Aguirre. Mesmo que tenha sido eliminado da Libertadores, o profissional que comandava o Inter mantinha, aparentemente, um bom ambiente de trabalho e tinha seus métodos avalizados pela direção.
Penso que a gota d'água possa ter sido o passeio que o Tigres levou do River Plate na decisão da Libertadores: os colorados se deram conta, quem sabe tardiamente, de que foram desclassificados – levando um banho de bola – por uma equipe que se mostrou muito frágil e destituída de qualidade.
Além disso, também havia a ideia de que esta era uma das Libertadores mais fáceis de ser vencida, já que o River teve a pior campanha entre os classificados às oitavas de final.
Trazendo estes fatos para o nosso contexto, especialmente na relação com o Gre-Nal, a demissão do técnico do Inter, de certa forma, atrai para o Grêmio a responsabilidade da vitória. Explico: os colorados vão para o clássico dirigidos por um técnico interino – o que não significa dizer que será mal escalado ou taticamente desarrumado.
Quando surge este episódio de troca de comando, há naturalmente alguma desconfiança sobre a capacidade do novo técnico e o que pensam os atletas sobre tudo isso. Ao mesmo tempo em que entra uma vassoura nova, seja o treinador definitivo ou interino, surgem novas perspectivas, nova motivação e novas esperanças.
Favoritismo
Por outro lado, na mesma proporção em que se espera um bom trabalho de quem está chegando, sabe-se também que haverá dificuldades de comunicação, de entrosamento e até insegurança particular e coletiva no relacionamento que se inicia.
Por todos estes motivos, penso a circunstância atual, afasta do Inter, em tese, a obrigação de sair vencedor da Arena, transferindo a responsabilidade para o Grêmio. E o Tricolor, além do adversário poderoso, terá que enfrentar eventuais desconfianças sobre sua própria capacidade, na medida em que pode se tornar publicamente o favorito à vitória.
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Foto: Diego Vara / Agencia RBS
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Além disso, também havia a ideia de que esta era uma das Libertadores mais fáceis de ser vencida, já que o River teve a pior campanha entre os classificados às oitavas de final.
Trazendo estes fatos para o nosso contexto, especialmente na relação com o Gre-Nal, a demissão do técnico do Inter, de certa forma, atrai para o Grêmio a responsabilidade da vitória. Explico: os colorados vão para o clássico dirigidos por um técnico interino – o que não significa dizer que será mal escalado ou taticamente desarrumado.
Quando surge este episódio de troca de comando, há naturalmente alguma desconfiança sobre a capacidade do novo técnico e o que pensam os atletas sobre tudo isso. Ao mesmo tempo em que entra uma vassoura nova, seja o treinador definitivo ou interino, surgem novas perspectivas, nova motivação e novas esperanças.
Favoritismo
Por outro lado, na mesma proporção em que se espera um bom trabalho de quem está chegando, sabe-se também que haverá dificuldades de comunicação, de entrosamento e até insegurança particular e coletiva no relacionamento que se inicia.
Por todos estes motivos, penso a circunstância atual, afasta do Inter, em tese, a obrigação de sair vencedor da Arena, transferindo a responsabilidade para o Grêmio. E o Tricolor, além do adversário poderoso, terá que enfrentar eventuais desconfianças sobre sua própria capacidade, na medida em que pode se tornar publicamente o favorito à vitória.
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