Torcedores fazem festa na inauguração da Arena Grêmio, no fim de 2012
Em encontro recente do Conselho Deliberativo do Grêmio, o presidente Romildo Bolzan Jr. estipulou aos conselheiros a data de 31 de agosto para resolver de uma vez por todas a compra da gestão da Arena com a OAS. A diretoria tricolor enfrenta somente um entrave: o Banco do Brasil, um dos responsáveis pelo empréstimo para a construção do estádio, está dificultando nas conversas.
O Banrisul e o Santander, que também repassaram dinheiro para as obras através do BNDES, estão alinhados com o clube.
O Banco do Brasil se nega, no entanto, a aceitar os termos da renegociação do financiamento propostos pelos dirigentes gremistas.
Ele deixou de ser pago pela empreiteira a partir da crise gerada pelas investigações da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O total captado foi de R$ 230 milhões, porém, mais da metade do valor ainda se encontra em aberto.
"O presidente (Romildo Bolzan) definiu uma data para acertarmos isso, estamos há muito tempo tratando desse assunto, então, se não conseguirmos, vamos ter que pensar em outra solução. Pode passar um dia ou outro do prazo, mas vamos resolver", afirma o vice jurídico tricolor Nestor Hein ao ESPN.com.br.
"A grande resistência é do Banco do Brasil. O resto está todo encaminhado. É o que está complicando. Se não assumirmos o financiamento, não vai acontecer (a compra da gestão). Porque seguiríamos dependendo da anuência da OAS", completa.
Hein não revela o motivo do desacordo com o Banco do Brasil.
Segundo apurado pela reportagem, a instituição não aceita a proposta do clube para que o pagamento do financiamento contraído pela OAS seja alongado de sete para 20 anos.
A expectativa é de que as conversas se esgotem nas próximas semanas.
O Banco do Brasil não se manifesta sobre o assunto por sigilo comercial.
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O Banrisul e o Santander, que também repassaram dinheiro para as obras através do BNDES, estão alinhados com o clube.
O Banco do Brasil se nega, no entanto, a aceitar os termos da renegociação do financiamento propostos pelos dirigentes gremistas.
Ele deixou de ser pago pela empreiteira a partir da crise gerada pelas investigações da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal. O total captado foi de R$ 230 milhões, porém, mais da metade do valor ainda se encontra em aberto.
"O presidente (Romildo Bolzan) definiu uma data para acertarmos isso, estamos há muito tempo tratando desse assunto, então, se não conseguirmos, vamos ter que pensar em outra solução. Pode passar um dia ou outro do prazo, mas vamos resolver", afirma o vice jurídico tricolor Nestor Hein ao ESPN.com.br.
"A grande resistência é do Banco do Brasil. O resto está todo encaminhado. É o que está complicando. Se não assumirmos o financiamento, não vai acontecer (a compra da gestão). Porque seguiríamos dependendo da anuência da OAS", completa.
Hein não revela o motivo do desacordo com o Banco do Brasil.
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