Foto: Lucas Uebel/Grêmio, Divulgação
Um jogador discreto, polivalente e voluntarioso será a novidade do Grêmio neste sábado, contra o Fluminense, no Maracanã. Com a lesão de Giuliano, Roger promoverá a estreia de William Schuster, um misto de meia, volante e ala que se destacou com o mesmo técnico no Gauchão pelo Novo Hamburgo.
Curiosamente, Schuster, 28 anos, iniciou no próprio Grêmio - atuou na base entre 1997 e 2001. Mas foi no Paraguai onde consolidou a carreira. Acumulou experiência em cinco clubes no país vizinho (3 de Febrero, Guaraní, Independiente, Sportivo Luqueño e 12 de Octubre), onde atuou por sete anos - também passou pelo Deportivo Petare, da Venezuela.
Enfrentou até James Freitas, quando o hoje auxiliar de Roger era interino do Guaraní. Mas foi ao chamar a atenção do ex-lateral gremista Arce que Schuster pavimentou seu retorno ao Brasil. Foi o atual técnico do Olimpia que indicou sua contratação ao Novo Hamburgo no início do ano, quando Roger Machado era o treinador no Estádio do Vale.
— As informações que a gente tinha do William foram passadas pelo Arce. Ele se mostrou um dos melhores da nossa equipe no Gauchão — conta o presidente do Novo Hamburgo, Claudemir Dias da Costa.
No Estádio do Vale, Schuster ganhou a confiança de Roger. Fez sua estreia na primeira rodada do Estadual, no clássico contra o Aimoré. E teve boa atuação no empate em 2 a 2. Virou uma espécie de coringa para o treinador.
E apesar do jeito quieto no vestiário, conquistou sua vaga no time por mostrar dedicação. Quem lembra da ascensão de Schuster é Bolívar, ex-zagueiro do Inter que disputou o Estadual pelo Novo Hamburgo e hoje defende a Portuguesa.
— O William cumpria uma função tática importante. Por isso, o Roger conseguia mudar o sistema de jogo sem a necessidade de substituições — conta Bolívar.
Talvez o pior momento de Schuster no Novo Hamburgo tenha sido contra o Grêmio. Nas quartas de final do Gauchão, foi ele quem perdeu o último pênalti da decisão, defendido por Marcelo Grohe, que eliminou o time do Vale do Estadual. Mal sabia o meia que, três meses depois, seria apresentado no CT Luiz Carvalho para voltar a trabalhar com mesmo Roger Machado.
No Maracanã, neste sábado, Schuster fará sua estreia pelo Grêmio. Justamente no primeiro jogo de Ronaldinho pelo Fluminense.
— Será a realização de um sonho — resume o meia gremista.
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Um jogador discreto, polivalente e voluntarioso será a novidade do Grêmio neste sábado, contra o Fluminense, no Maracanã. Com a lesão de Giuliano, Roger promoverá a estreia de William Schuster, um misto de meia, volante e ala que se destacou com o mesmo técnico no Gauchão pelo Novo Hamburgo.
Curiosamente, Schuster, 28 anos, iniciou no próprio Grêmio - atuou na base entre 1997 e 2001. Mas foi no Paraguai onde consolidou a carreira. Acumulou experiência em cinco clubes no país vizinho (3 de Febrero, Guaraní, Independiente, Sportivo Luqueño e 12 de Octubre), onde atuou por sete anos - também passou pelo Deportivo Petare, da Venezuela.
Enfrentou até James Freitas, quando o hoje auxiliar de Roger era interino do Guaraní. Mas foi ao chamar a atenção do ex-lateral gremista Arce que Schuster pavimentou seu retorno ao Brasil. Foi o atual técnico do Olimpia que indicou sua contratação ao Novo Hamburgo no início do ano, quando Roger Machado era o treinador no Estádio do Vale.
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No Estádio do Vale, Schuster ganhou a confiança de Roger. Fez sua estreia na primeira rodada do Estadual, no clássico contra o Aimoré. E teve boa atuação no empate em 2 a 2. Virou uma espécie de coringa para o treinador.
E apesar do jeito quieto no vestiário, conquistou sua vaga no time por mostrar dedicação. Quem lembra da ascensão de Schuster é Bolívar, ex-zagueiro do Inter que disputou o Estadual pelo Novo Hamburgo e hoje defende a Portuguesa.
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Talvez o pior momento de Schuster no Novo Hamburgo tenha sido contra o Grêmio. Nas quartas de final do Gauchão, foi ele quem perdeu o último pênalti da decisão, defendido por Marcelo Grohe, que eliminou o time do Vale do Estadual. Mal sabia o meia que, três meses depois, seria apresentado no CT Luiz Carvalho para voltar a trabalhar com mesmo Roger Machado.
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