Foto: Diego Vara / Agência RBS
A Arena, com belíssimo público de 32 mil torcedores, foi palco de um bom jogo na noite deste sábado. Grêmio e Sport trocam passes, sem chutão, e marcam com o time todo quando a bola está nos pés do adversário. Fica uma partida cheia de opções, de qualidade mesmo.
Pode-se resumir este empate em 1 a 1, ruim para o Grêmio e ótimo para o Sport, na figura do goleiro.
O do Sport, quando o time precisou dele, operou milagres. Em um deles, no cabeceio de Braian Rodriguez, Danilo mostrou incrível reflexo. Depois saltou em arremate de Luan, espalmando para escanteio, nos acréscimos.
Enquanto isso, no lado do Grêmio, Thiago falhou feio em um lance que nem era dele. Saltou estranhamente para dar um soco na bola, errou o bote e praticamente deu o empate a Diego Souza. Uma infelicidade de um jovem goleiro que vinha dando conta do recado. Acontece. É do futebol. Marcelo Grohe faz falta nestes momentos decisivos, pela experiência.
No jogo, o primeiro tempo do Grêmio foi irretocável. Teve velocidade, troca rápida de passes de um lado a outro e criatividade. Pedro Rocha, autor do gol, vai se consolidando como o mais efetivo do ataque. Rafael Thyere foi muito bem na zaga, ao lado de Erazo, substituindo Geromel. Somou pontos como reserva imediato. O pecado gremista talvez tenha sido não ampliar a vantagem no primeiro tempo.
Na volta do intervalo, sem o volante Rodrigo Mancha e com um homem de frente a mais, Elber, o Sport melhorou bastante. Com maturidade, jamais rifou a bola. Walace e Maicon arrefeceram a marcação por dentro, e o Sport chegou até fácil em alguns momentos. A própria jogada do gol de Diego Souza, até a trapalhada de Tiago, era de qualidade. Roger colocou o time à frente, ingressando Máxi, Braian e Fernandinho, tirando Douglas, Pedro Rocha e Giuliano. Mudaram os nomes, não o esquema tático. Houve pressão nos minutos finais, e aí brilhou o goleiro do Sport.
Mas, se tivesse de haver um vencedor, teria de ser o Grêmio, pelas chances criadas. Ainda que o Sport tenha, na Arena, mostrado por que é a surpresa do campeonato.
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O do Sport, quando o time precisou dele, operou milagres. Em um deles, no cabeceio de Braian Rodriguez, Danilo mostrou incrível reflexo. Depois saltou em arremate de Luan, espalmando para escanteio, nos acréscimos.
Enquanto isso, no lado do Grêmio, Thiago falhou feio em um lance que nem era dele. Saltou estranhamente para dar um soco na bola, errou o bote e praticamente deu o empate a Diego Souza. Uma infelicidade de um jovem goleiro que vinha dando conta do recado. Acontece. É do futebol. Marcelo Grohe faz falta nestes momentos decisivos, pela experiência.
No jogo, o primeiro tempo do Grêmio foi irretocável. Teve velocidade, troca rápida de passes de um lado a outro e criatividade. Pedro Rocha, autor do gol, vai se consolidando como o mais efetivo do ataque. Rafael Thyere foi muito bem na zaga, ao lado de Erazo, substituindo Geromel. Somou pontos como reserva imediato. O pecado gremista talvez tenha sido não ampliar a vantagem no primeiro tempo.
Na volta do intervalo, sem o volante Rodrigo Mancha e com um homem de frente a mais, Elber, o Sport melhorou bastante. Com maturidade, jamais rifou a bola. Walace e Maicon arrefeceram a marcação por dentro, e o Sport chegou até fácil em alguns momentos. A própria jogada do gol de Diego Souza, até a trapalhada de Tiago, era de qualidade. Roger colocou o time à frente, ingressando Máxi, Braian e Fernandinho, tirando Douglas, Pedro Rocha e Giuliano. Mudaram os nomes, não o esquema tático. Houve pressão nos minutos finais, e aí brilhou o goleiro do Sport.
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