Uma herança indesejada deixada pelo extinto Clube dos 13 ameaça o patrimônio de dois de seus ex-dirigentes: Fábio Koff e Fernando Carvalho. A penhora de bens da dupla foi pedida pelo Bicbanco (Banco Comercial e Industrial).
A instituição financeira cobra uma dívida de R$ 16.918.556,49 da associação que reunia os principais clubes do Brasil. Como Koff, ex-presidente do C13, e Carvalho, que era vice, foram avalistas dos empréstimos, o credor resolveu pedir o arresto dos bens deles e do que o Clube dos 13 ainda tiver, se existir algo, como garantia de pagamento.
A ação corre em primeira instância. Nesta quinta, a 34ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo expediu uma carta precatória de citação, penhora e avaliação para Koff e Carvalho no Rio Grande do Sul. Ela funciona com um mandado de pagamento. Os ex-dirigentes precisam quitar o débito para impedir a penhora.
“O Bicbanco é obrigado a fazer isso por causa do Banco Central, mas eles estão nos dando a oportunidade de fazer um acordo. Então, não é agora que vou adiantar as medidas que podemos tomar”, disse Carvalho, também ex-presidente do Internacional ao blog.
Segundo o ex-dirigente, o C13 fazia empréstimos e repassava o dinheiro aos clubes. Antes de a entidade fechar as portas foi feito um acerto de contas. “Só três clubes não pagaram o que deviam: Botafogo, Goiás e Guarani. É esse valor que o banco está cobrando. Agora estamos conversando para ver o que podemos fazer, mas o problema é que o Clube dos 13 não tem mais uma diretoria constituída para resolver esses assuntos”, declarou Carvalho.
No final da tarde desta quinta, o blog enviou e-mail para a assessoria de imprensa do Botafogo sobre o tema, mas não obteve resposta até a publicação deste post. Por sua vez, Horley Senna, presidente do Guarani, não atendeu aos telefonemas, assim como Koff, que se recupera de problemas de saúde. O blog não conseguiu localizar a diretoria do Goiás.
Antes de a carta precatória ser enviada, o Bicbanco havia tentado obter uma liminar para conseguir o arresto dos bens mais rapidamente. Porém, o pedido foi negado no dia 4 de maio. Na ocasião, foi dado prazo de três dias para o pagamento ser feito. No caso de o débito não ser quitado, ficou determinado que seriam feitas penhora e a avaliação dos bens para garantir a execução.
Na ação, o Bicbanco pinta um quadro de penúria do C13. “Em pesquisa realizada pela credora em 20 de janeiro de 2010, o número de protestos (em nome do Clube dos 13) já era de 188, assim também como revelou a nova consulta a existência de 16 cheques sem fundos”, escreveram os advogados do banco. A intenção deles era mostrar a urgência do arresto de bens.
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A ação corre em primeira instância. Nesta quinta, a 34ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo expediu uma carta precatória de citação, penhora e avaliação para Koff e Carvalho no Rio Grande do Sul. Ela funciona com um mandado de pagamento. Os ex-dirigentes precisam quitar o débito para impedir a penhora.
“O Bicbanco é obrigado a fazer isso por causa do Banco Central, mas eles estão nos dando a oportunidade de fazer um acordo. Então, não é agora que vou adiantar as medidas que podemos tomar”, disse Carvalho, também ex-presidente do Internacional ao blog.
Segundo o ex-dirigente, o C13 fazia empréstimos e repassava o dinheiro aos clubes. Antes de a entidade fechar as portas foi feito um acerto de contas. “Só três clubes não pagaram o que deviam: Botafogo, Goiás e Guarani. É esse valor que o banco está cobrando. Agora estamos conversando para ver o que podemos fazer, mas o problema é que o Clube dos 13 não tem mais uma diretoria constituída para resolver esses assuntos”, declarou Carvalho.
No final da tarde desta quinta, o blog enviou e-mail para a assessoria de imprensa do Botafogo sobre o tema, mas não obteve resposta até a publicação deste post. Por sua vez, Horley Senna, presidente do Guarani, não atendeu aos telefonemas, assim como Koff, que se recupera de problemas de saúde. O blog não conseguiu localizar a diretoria do Goiás.
Antes de a carta precatória ser enviada, o Bicbanco havia tentado obter uma liminar para conseguir o arresto dos bens mais rapidamente. Porém, o pedido foi negado no dia 4 de maio. Na ocasião, foi dado prazo de três dias para o pagamento ser feito. No caso de o débito não ser quitado, ficou determinado que seriam feitas penhora e a avaliação dos bens para garantir a execução.
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