Arena do Grêmio é alvo de negociação para mudança na gestão (Foto: Divulgação)
Grêmio e OAS finalizaram as negociações e celebraram o acordo do terceiro aditivo do contrato de parceria para gestão da Arena. Mas ainda não há uma solução encaminhada para a desoneração do estádio gremista, que segue como uma das garantias do financiamento. O caminho mais tranquilo para a entrega de fato do Olímpico para a OAS é a evolução da Operação Grêmio.
As negociações para que o Tricolor adquira definitivamente a gestão da Arena seguem. Os dois comitês que discutiram a operação, formados por integrantes escolhidos pelo Grêmio e pela OAS, já estão montados. E começaram as reuniões para debater a situação.
A situação da desoneração da Arena é complicada. A OAS ainda não conseguiu resolver o caso. Por isso, o caminho mais fácil para que a troca de ativos aconteça e a empresa comece finalmente seus empreendimentos imobiliários no bairro da Azenha é por meio destas negociações.
- Foram formados os dois cômites, que fazia parte do protocolo. E estão se reunindo, estão avançando, para encontrar as questões de afinar e concluir essa questão. Eles que estão trabalhando essa questão - disse o integrante do Conselho de Administração, Romildo Bolzan Jr., no lançamento da parceria com a SAP.
O plano da diretoria gremista, após a renegociação com a empresa, é assumir totalmente a operação do seu novo estádio. Assim, apesar dos custos altos de manutenção, resolveria o problema de fluxo de caixa que assola o clube com as bilheterias e abertura de novas modalidades de associados, que estão diretamente ligadas à conclusão da negociação pela aquisição definitiva da Arena. O montante a ser desembolsado é grande, mas o clube aposta que a iniciativa seria de suma importância na parte financeira tricolor.
Os integrantes do comitê gremista que tratam da situação tem o presidente Fábio Koff, o ex-conselheiro Iranny Sant'Anna Jr., apoiador do mandatário e que atuou diretamente na alteração do contrato, o advogado Ricardo Lupion e o administrador Wagner Salaverry, ambos participantes da renegociação, e um quinto nome que será indicado pelo Conselho Deliberativo.
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Grêmio e OAS finalizaram as negociações e celebraram o acordo do terceiro aditivo do contrato de parceria para gestão da Arena. Mas ainda não há uma solução encaminhada para a desoneração do estádio gremista, que segue como uma das garantias do financiamento. O caminho mais tranquilo para a entrega de fato do Olímpico para a OAS é a evolução da Operação Grêmio.
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O plano da diretoria gremista, após a renegociação com a empresa, é assumir totalmente a operação do seu novo estádio. Assim, apesar dos custos altos de manutenção, resolveria o problema de fluxo de caixa que assola o clube com as bilheterias e abertura de novas modalidades de associados, que estão diretamente ligadas à conclusão da negociação pela aquisição definitiva da Arena. O montante a ser desembolsado é grande, mas o clube aposta que a iniciativa seria de suma importância na parte financeira tricolor.
Os integrantes do comitê gremista que tratam da situação tem o presidente Fábio Koff, o ex-conselheiro Iranny Sant'Anna Jr., apoiador do mandatário e que atuou diretamente na alteração do contrato, o advogado Ricardo Lupion e o administrador Wagner Salaverry, ambos participantes da renegociação, e um quinto nome que será indicado pelo Conselho Deliberativo.
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