Guerrero é o típico centroavante que decide Foto: Diego Vara / Agencia RBS
Todos sabemos que o futebol é um esporte coletivo e que não se pode privilegiar nenhum jogador, salvo se houver um craque. Mas se não podemos destacar nenhum jogador quando o elenco é semelhante e parelho, entendo que há funções dentro de uma equipe que são superiores em relação a outras. Há muito tempo, por experiência própria e por observações, defendo a tese de que a principal função numa equipe é a do centroavante.
Este jogador, rotineiramente, é quem decide partidas. Claro que as outras funções também são importantes, e fiz a eleição do centroavante tendo ciência de que o goleiro é também por demais importante. E não poderia ter havido um exemplo mais típico que comprova essa minha afirmativa, do que na partida do Grêmio contra a Chapecoense.
O centroavante Bruno Rangel, do time catarinense, pouco apareceu no jogo, com discreta atuação. Porém, num lance isolado, decidiu o jogo em favor dos catarinenses.
Que traga um bom centroavante
O mesmo ocorreu na partida do Inter contra o Flamengo: Paolo Guerrero, que teve uma atuação muito boa, protagonizou em dois lances a vitória dos cariocas. Por isso, tenho reiterado minha opinião de que se o Grêmio realmente quiser disputar o título, que traga um bom centroavante, e nisso não vai crítica aos que estão jogando, pelo contrário, pois estão dando conta do recado.
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Que traga um bom centroavante
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