Foto: Lucas Baptista / Futura Press/Estadão Conteúdo
Roger Machado descobriu um Grêmio que o campeão do mundo e experiente Felipão desconhecia em quase um ano em Porto Alegre. Com os mesmos jogadores, mas, importante, com outra comissão técnica, ofereceu um outro ânimo aos jogadores, acariciou os jovens, mudou o sistema tático e as vitórias chegaram em sequência.
Roger é o nome da moda entre os gremistas. Quem acompanha o seu trabalho sabe o quanto ele é diferente. Se Felipão era passado, o sucessor é um presente de sucesso e um futuro promissor.
A mão do jovem técnico é visível em todos os movimentos do time. Neste domingo, em Santos, alcançou a quinta vitória consecutiva no Brasileirão e fincou as chuteiras na boa grama do G-4. Pode terminar a 11ª rodada na liderança.
Ganhar na Vila Belmiro, estádio mais inóspito do Brasil ao futebol gaúcho, é sempre um feito. Fazer um clássico 3 a 1, então, é uma festa. Pedro Rocha, Galhardo e Mamute marcaram.
No litoral paulista, no meio da tarde, o Grêmio não mudou a sua maneira de jogar. Foi um time compacto. Não teve medo de atacar, subiu e desceu em bloco. Foi intenso nos momentos mais decisivos da partida.
A expulsão de Geovânio, ainda no primeiro tempo, ajudou os visitantes, abriu espaços e ofereceu tranquilidade. O Grêmio facilitou no segundo tempo, deixou o Santos mais confortável para atacar, mas se recuperou em seguida quando começou a tocar a bola com mais rapidez, acertar passes e cercar o adversário em seu campo.
O 3 a 1 não refletiu o que foi o jogo tamanha a diferença entre os dois times. O Grêmio merecia mais. O Grêmio de Roger pode tudo.
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