Foto: Mateus Bruxel / Agencia RBS
Foi por pouco, muito pouco, que o Novo Hamburgo não eliminou o Grêmio nas quartas de final do Gauchão 2015. Um pênalti, desperdiçado por Paulinho na última cobrança da série, que poderia ter consagrado o Anilado em plena Arena no embate entre o pupilo Roger Machado contra o mestre Luiz Felipe Scolari. O Tricolor conseguiu a classificação naquele dia 9 de abril. Agora, pouco mais de um mês e meio depois, Roger é confirmado como o novo técnico gremista, justamente na vaga que pertencia a Felipão. O que o torcedor do Grêmio pode esperar do seu novo treinador?
No Novo Hamburgo, Roger mostrou todas as qualidades que têm sido mencionadas desde que seu nome foi cogitado. É um estudioso, parte da nova geração e alguém que trabalha com novos métodos. O ex-lateral não tem medo de testar novidades e de buscar soluções diferentes quando necessário: assumiu o comando anilado em meio à preparação, substituindo Marcelo Mabília, e começou o trabalho montando o time em um 4-4-2 tradicional. Aos poucos, porém, conhecendo melhor o seu elenco, modificou o esquema para usar três zagueiros, e variava na frente na utilização de um ou dois atacantes.
A queda para o Grêmio não é um ponto negativo na passagem de Roger pelo Vale do Sinos, mas o trabalho dele no Estádio do Vale teve falhas e problemas. Pelo investimento feito, com nomes consagrados no futebol gaúcho como Bolívar e Magrão, a pretensão do Novo Hamburgo era conquistar uma classificação melhor do que o sétimo lugar na primeira fase. O time perdeu muitos pontos inesperados: foi derrotado pelo Veranópolis, que lutou contra o rebaixamento, e também perdeu em casa para o Cruzeiro. Os empates contra Avenida e Aimoré, na estreia – após sair ganhando por 2 a 0 –, tiveram impacto na classificação, que definiu o confronto com o Tricolor direto nas quartas.
A sequência de três derrotas seguidas na oitava, nona e décima rodadas quase provocou a queda do treinador, que sofreu até encontrar melhores soluções defensivas e não conseguiu fazer o ataque ser produtivo – o Novo Hamburgo marcou apenas 13 gols na primeira fase, pior marca entre os classificados junto com o Cruzeiro.
O resultado geral da passagem de Roger é positivo, pela classificação às quartas e pelo jogo de superação feito contra o Grêmio na Arena. Mas isso só veio com tempo e com paciência. Para dar certo no Tricolor, com uma cobrança e uma pressão que o técnico ainda não teve na sua curta e promissora carreira no comando de times, Roger Machado precisará contar com a paciência da torcida e tempo e respaldo da direção.
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No Novo Hamburgo, Roger mostrou todas as qualidades que têm sido mencionadas desde que seu nome foi cogitado. É um estudioso, parte da nova geração e alguém que trabalha com novos métodos. O ex-lateral não tem medo de testar novidades e de buscar soluções diferentes quando necessário: assumiu o comando anilado em meio à preparação, substituindo Marcelo Mabília, e começou o trabalho montando o time em um 4-4-2 tradicional. Aos poucos, porém, conhecendo melhor o seu elenco, modificou o esquema para usar três zagueiros, e variava na frente na utilização de um ou dois atacantes.
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O resultado geral da passagem de Roger é positivo, pela classificação às quartas e pelo jogo de superação feito contra o Grêmio na Arena. Mas isso só veio com tempo e com paciência. Para dar certo no Tricolor, com uma cobrança e uma pressão que o técnico ainda não teve na sua curta e promissora carreira no comando de times, Roger Machado precisará contar com a paciência da torcida e tempo e respaldo da direção.
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