Presidente adota toda a cautela para definir os rumos do futebol gremista Foto: Omar Freitas / Agencia RBS
Entendo, perfeitamente, a posição adotada pelo presidente do Grêmio, Romildo Bolzan Júnior, no que concerne ao destino do departamento de futebol.
As soluções que se enquadram como positivas não precisam de debate. São tomadas como em um jogo de futebol. Ou seja, na vitória comemora-se e na derrota busca-se as explicações.
Percebo que o presidente está diante de duas decisões que precisam ser tomadas. Ao meu juízo, por experiência vivida, também precisam ter ordem cronológica.
O vice de futebol, sob a minha modesta ótica, precisa ser escolhido antes do técnico. Já me manifestei sobre isso. O motivo principal, por obvio, é que será essa pessoa que tratará no dia a dia com o treinador e toda sua comissão técnica no vestiário.
Exemplo de 2009
Logo, o escolhido para comandar o time precisa ser da confiança do vice de futebol. Obviamente, ele deve escolher esse profissional com a concordância do presidente. Por outro lado, preocupa ainda levemente a demora na escolha do dirigente e do técnico, porque o campeonato é decisivo em todas as rodadas.
Ou seja, todas valem os mesmos três pontos. Não pode se repetir o que ocorreu algum tempo atrás, quando o departamento de futebol da época levou mais de um mês esperando Paulo Autuori assumir o time na Libertadores de 2009. O resultado foi o que se viu, com o time eliminado nas semifinais pelo Cruzeiro. Quando Autuori chegou e assumiu, o Grêmio foi desclassificado.
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Percebo que o presidente está diante de duas decisões que precisam ser tomadas. Ao meu juízo, por experiência vivida, também precisam ter ordem cronológica.
O vice de futebol, sob a minha modesta ótica, precisa ser escolhido antes do técnico. Já me manifestei sobre isso. O motivo principal, por obvio, é que será essa pessoa que tratará no dia a dia com o treinador e toda sua comissão técnica no vestiário.
Exemplo de 2009
Logo, o escolhido para comandar o time precisa ser da confiança do vice de futebol. Obviamente, ele deve escolher esse profissional com a concordância do presidente. Por outro lado, preocupa ainda levemente a demora na escolha do dirigente e do técnico, porque o campeonato é decisivo em todas as rodadas.
Ou seja, todas valem os mesmos três pontos. Não pode se repetir o que ocorreu algum tempo atrás, quando o departamento de futebol da época levou mais de um mês esperando Paulo Autuori assumir o time na Libertadores de 2009. O resultado foi o que se viu, com o time eliminado nas semifinais pelo Cruzeiro. Quando Autuori chegou e assumiu, o Grêmio foi desclassificado.
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