Renato Gaúcho ganhou muitos pontos (e força) com a vitória do Grêmio diante do Internacional, pelo placar de 1 a 0, na quarta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores. Além de ampliar para 10 clássicos a atual série invicta no Gre-Nal, o treinador apresentou um time sólido e dominante. Com direito a Pepê decisivo, ao melhor estilo Everton Cebolinha.
As críticas e pressão, interna e externa, ao trabalho de Renato perdem espaço com o novo parágrafo na página atual da história do Gre-Nal. O Grêmio já vive a terceira maior sequência de invencibilidade diante do Inter — isso em 111 anos de rivalidade e disputas.
O atual momento, de 10 jogos sem derrota para o Inter, só fica atrás do período vivido entre 1987 e 1989 e 1999 e 2003 - quando o Grêmio ficou 12 e depois 13 partidas sem perder diante do maior rival.
E o novo tijolo no muro que separa Grêmio e Inter saiu dos pés de Pepê. Preparado pelos médicos para voltar no clássico, o meia-atacante foi perigoso durante todo tempo que aguentou ficar em campo. Além da velocidade, o camisa 25 do time gremista apresentou dribles e boas tomadas de decisão em curto espaço. Características que lembram Cebolinha, agora no Benfica.
"O Everton é um grande jogador, sempre me ajudou bastante desde que estava aqui. Ajudava em treinos, jogos. Pude aprender muito com ele e agora posso implementar no dia a dia", disse Pepê, citando o ex-colega de Grêmio.
Renato Gaúcho, em meio ao discurso de desabafo e ataque aos críticos, soltou pílulas bem pequenas de como pensou o jogo. A adoção do tripé Lucas Silva, Darlan e Matheus Henrique casou com as características de Orejuela, espetado na direita para explorar o improvisado Matheus Jussa. E houve, também, aposta no vigor físico de Cortez para conter Saravia.
Aquilo que o Grêmio fez no estádio Beira-Rio, pela Libertadores, repete o que ocorreu no Gauchão. Vencer o Inter dá fôlego a Renato e mostra um lado do elenco que parece adormecido em boa parte da temporada.
O despertar atual é, também, chance para tentar embalar dentro da temporada. No Brasileiro a equipe é apenas a 12ª colocada e pega o líder Atlético-MG no próximo sábado.
Grêmio, Pepê, Cebolinha, Gre-Nal, Tricolor, Destaque
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O atual momento, de 10 jogos sem derrota para o Inter, só fica atrás do período vivido entre 1987 e 1989 e 1999 e 2003 - quando o Grêmio ficou 12 e depois 13 partidas sem perder diante do maior rival.
E o novo tijolo no muro que separa Grêmio e Inter saiu dos pés de Pepê. Preparado pelos médicos para voltar no clássico, o meia-atacante foi perigoso durante todo tempo que aguentou ficar em campo. Além da velocidade, o camisa 25 do time gremista apresentou dribles e boas tomadas de decisão em curto espaço. Características que lembram Cebolinha, agora no Benfica.
"O Everton é um grande jogador, sempre me ajudou bastante desde que estava aqui. Ajudava em treinos, jogos. Pude aprender muito com ele e agora posso implementar no dia a dia", disse Pepê, citando o ex-colega de Grêmio.
Renato Gaúcho, em meio ao discurso de desabafo e ataque aos críticos, soltou pílulas bem pequenas de como pensou o jogo. A adoção do tripé Lucas Silva, Darlan e Matheus Henrique casou com as características de Orejuela, espetado na direita para explorar o improvisado Matheus Jussa. E houve, também, aposta no vigor físico de Cortez para conter Saravia.
Aquilo que o Grêmio fez no estádio Beira-Rio, pela Libertadores, repete o que ocorreu no Gauchão. Vencer o Inter dá fôlego a Renato e mostra um lado do elenco que parece adormecido em boa parte da temporada.
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Comentários
Comentários (1)
Ja falei no face o dr Portaluppi e o cara calou novamente a bica dis criticos de prineira viagem e a bica aberta dis morangos da imorensa parabrns guri o Rio Grande amado e Tricolor te ama mais que tudo abcis
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